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Marketing is Dead!

Marketing is Dead!

Von: Lucas Röttgering
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O marketing é como o rock que todos, vez ou outra, dizem estar morto, mas de alguma forma consegue voltar mais forte e melhor do que nunca. Justamente quando se pensa que se tem controle sobre as últimas tendências e técnicas, surge algo de novo e muda tudo e muda também o marketing.🤯 Pode ser angustiante acompanhar essa constante evolução, mas é também o que torna este campo tão excitante e dinâmico. Desde que nos mantenhamos curiosos e adaptáveis, podemos continuar a contar histórias convincentes e a nos conectar ao nosso público de forma significativa.Lucas Röttgering Marketing & Vertrieb Ökonomie
  • Qual o lado certo da estratégia? | O compilado
    Oct 28 2026

    Imagine construir um shopping inteiro, pagar a luz, a segurança e a manutenção, e ver o pedágio ficar todo com o aplicativo de mapa que apenas guiou o cliente até a porta. A imagem aparece neste episódio de O Compilado para explicar por que uma empresa pode manter todos os seus ativos e ainda assim perder a margem. Apontar o plano para a frente errada custa tão caro quanto decidir errado.


    Neste episódio de O Compilado, Lucas Röttgering e os hosts virtuais partem de uma pergunta que a diretoria raramente faz, de onde vem o crescimento das empresas, e chegam ao critério que ninguém questiona na hora de fixar uma meta. A discussão vai das fontes do crescimento até o isomorfismo institucional, passando pela migração de valor, pelo retail media, pela IA agêntica e pela teoria da desconfirmação de expectativas. A base das reflexões vem de lideranças como Patrick Viguerie, Sven Smit e Mehrdad Baghai, Mats Georgson, Marcos Malagris, Mário Soma, Julia Kinner, Pedro Campos, Adrian Slywotzky, Dante Lima, Vanderlei Reis, Babi Tonhela, Mônica Pucci Simão, Rodrigo Fernandes, Richard Oliver, Daniela Fantinati, Michel Alcoforado, Ana Cristina Antunes, Ariel Acosta, Thiago Henrique Fagundes, Paul DiMaggio e Walter Powell, Vanessa Spirandeo, Thais Sígolo, Hugo de Jesus Gonçalves e Márcio Oliveira.


    Vale ouvir e ler. A newsletter entrega os dados e os frameworks, e o episódio transforma esse material em uma conversa densa.


    * Perspectivas diferentes valem mais que modelo importado de fora.

    * O estudo da McKinsey sobre as fontes do crescimento das grandes empresas.

    * Dos 8,6% de crescimento médio, só 0,1 vem de ganho de share.

    * Mats Georgson e a ilusão do plano anual que desce do topo.

    * Havaianas e Ipanema: o líder defende a distinção, o desafiante precisa diferenciar.

    * Ativar demanda não é gerar demanda no B2B, segundo Mário Soma.

    * Priorizar a demanda de maior valor: o caso do protetor solar masculino.

    * Slywotzky e a migração de valor: o ativo fica, a margem sai.

    * Retail media de R$ 4,8 bilhões: quase nenhuma rede fecha o ciclo.

    * Ri Happy: a dívida pesando no caixa antes do Natal.

    * IA descrevendo a marca e agentes comprando sozinhos na Black Friday.

    * Silos entre financeiro e CRM escondem quem deu desconto à toa.

    * Richard Oliver e a satisfação como hiato entre expectativa e entrega.

    * Bauducco e a regra de rotulagem cumprida com expectativa quebrada.

    * Para 34% dos consumidores, durabilidade vale mais que novidade (7%).

    * Reputação nasce de cases documentados, não de comentário automatizado.

    * O cliente ignora a sigla CS e quer o problema resolvido.

    * DiMaggio e Powell e a gaiola de ferro do isomorfismo institucional.

    * Vanessa Spirandeo e a tropicalização de marcas globais sem rótulo de geração.

    * Pequenas empresas copiam o funil das grandes e esquecem o motivo dele.

    * Márcio Oliveira: cada meta deve mostrar de onde veio o critério.


    A provocação final: quando foi a última vez que o seu plano anual pôs ao lado de cada meta a origem do critério e o nome de quem pode revisá-lo?


    Conduzido por Lucas Röttgering, O Compilado é sua dose semanal de inteligência estratégica sobre marketing e negócios. Uma curadoria pessoal para quem está na linha de frente das decisões. Parte do ecossistema de Thought Leadership da Marketing is Dead.


    ☕ Prepare o seu café (ou uma soda italiana de limão com manjericão) e dê o play!


    ★ Avalie o podcast com 5 estrelas no Spotify, isso ajuda muito o projeto a crescer. E assine a newsletter da Marketing is Dead para continuar essa conversa: 👉 https://marketingisdead.substack.com/

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    27 Min.
  • Marca pessoal vs. crachá: como construir autoridade no corporativo com Ana Mourão | Build in Public
    Oct 27 2026

    Construir relevância no mercado sem ferir as diretrizes corporativas é um dos maiores desafios de quem lidera no modelo tradicional. Líder CLT pode (e deve) ter voz própria?

    Neste episódio da série Build in Public, Lucas Röttgering recebe Ana Mourão, líder global de dados na Stanley Black & Decker, para discutir os bastidores da autoridade executiva, metodologias de experimentação e como alinhar posicionamento pessoal aos objetivos de negócio.

    Principais tópicos da conversa:• Como construir uma identidade autêntica sem conflitar com a cultura da empresa• A metodologia do Experimental Marketer aplicada à rotina executiva• Gestão de tempo, processos e o papel da tecnologia na produtividade da liderança• O equilíbrio entre marca individual e o crachá institucional

    Capítulos:00:00 Introdução00:45 Apresentação de Ana Mourão02:14 Construção de autoridade e identidade05:27 A metodologia experimental marketer10:10 A importância da experiência na liderança15:23 Como a tecnologia ajuda na produtividade20:55 A relação entre marca pessoal e empresa25:46 Dicas para quem está começando30:40 Conclusão

    Participe da conversa: qual é a sua maior trava para se posicionar publicamente no ambiente corporativo? Deixe seu comentário abaixo e siga o programa para acompanhar os próximos episódios.

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    1 Std. und 16 Min.
  • A decisão acontece antes da sua campanha | O compilado
    Oct 21 2026

    Imagine usar um termômetro de altíssima precisão para descobrir o peso de uma caixa. O visor mostra duas casas decimais, a diretoria aprova o orçamento com tranquilidade, e o número não responde à pergunta que importa. Medir com rigor a coisa errada custa tão caro quanto decidir errado.

    Neste episódio de O Compilado, Lucas Röttgering e os hosts virtuais partem de uma pergunta: quanto do esforço das marcas hoje serve para ser lembrado, agora que a recomendação por inteligência artificial ganha espaço? E chegam ao fio que atravessa a edição inteira: a decisão de compra é contextual e humana, e se forma por permanência, não por promoção. A discussão vai da diferença entre risco e incerteza até a lei de Conway, passando por conhecimento tácito, conjunto evocado e a inércia como maior concorrente do B2B. A base das reflexões vem de autores e lideranças como Ken Fujioka e Matthew Dixon, Dale W. Harrison, Julia Kinner, Barbara Azevedo, Pan Wu, Mônica Pucci Simão, Yuri Alcantara, Ricardo Nicolosi, Pyr Marcondes, Peep Laja, Lisa Cole, Hugo Rodrigues, Marta Costa, Aline Meloni, Murilo Moreno, Gustaf Wick, Bray Brockbank, David Aaker, Mats Georgson e Marcos Malagris, além de referências clássicas como Frank H. Knight, Michael Polanyi, Howard e Sheth e Melvin Conway.

    Vale ouvir e ler. A newsletter entrega os dados e os frameworks, e o episódio transforma esse material em uma conversa densa.

    • Por que ser lembrado passa a depender da recomendação de IA
    • A IA amplifica sinais públicos, não lê mentes
    • Do P de promoção ao P de permanência
    • A decisão de compra B2B nasce antes da primeira campanha
    • Risco e incerteza segundo Frank Knight, em 1921
    • Gestores tratam incerteza como risco por conforto de planilha
    • O termômetro de precisão usado para pesar uma caixa
    • Entre 40% e 60% das negociações B2B terminam em não decisão
    • Por que CFOs descartam relatórios de retorno sobre publicidade
    • O cliente médio apaga as maiores oportunidades de crescimento
    • Sem fórmula única de market share e mídia por retorno marginal
    • Conhecimento tácito segundo Michael Polanyi
    • Canetas de GLP-1 e a disparada dos xampus medicamentosos
    • Sticky knowledge: a vantagem que ainda não virou PDF
    • IA mais humano e posicionamento por caso de uso, não por vibe
    • Conjunto evocado: três ou quatro marcas na cabeça do comprador
    • 84% escolhem quem já conheciam antes de pesquisar
    • Nespresso, Black Friday e a guerra de presença mental
    • O freezer na padaria e o conjunto inerte do sorvete
    • A lei de Conway e o organograma que o cliente enxerga
    • Ninguém é dono do que o cliente vive

    A provocação final: se a decisão de compra já foi tomada antes da sua campanha, quanto do seu orçamento paga por permanência e quanto paga por promoção?

    Conduzido por Lucas Röttgering, O Compilado é sua dose semanal de inteligência estratégica sobre marketing e negócios. Uma curadoria pessoal para quem está na linha de frente das decisões. Parte do ecossistema de Thought Leadership da Marketing is Dead.

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    34 Min.
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