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━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matos Ribeiro. E sim, eu sou 1 na inteligência artificial. Mas trago comigo 17 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa. E o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. E sua biografia Relópago? O boletim diário sobre as figuras de mundo lusófago, que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Chiquinho Oscarpa peixe. Esta semana, no dia 15 de abril, Francisco Scarpa Filho, o Chiquinho Scarpa, anunciou em seu Instagram, que vai investir 50000000 de reais, e num museu de carros clássicos, em São Paulo. A localização, área nobre da capital paulista, claro, O timing, apenas 1 semana depois de ceder alta da Otide no hospital em São Paulo, vamos por partes, porque essa notícia não é apenas sobre mais 1 excentricidade, de 1 milionário brasileiro, 1 caro deleivo. E sobre como havia elite econômica paulista, está tentando se reinventar como 1 cenas cultural 1 cidade que já não reconhece como cenas cultural 1 cidade que já não reconhece mais seus códigos. Francisco Scarpa Filho, nasceu em 28 de outubro de 1960, filho de Celso Scarpa, fundador do Grupo GPS, 1 conglomerado de seguras e finanças, que ajudou a definir o mercado financeiro paulista nos anos 70. Sem formação na acadêmica formal registrada, Chiquinho, como sempre foi conhecido, cresceu dentro de Nibosso Fomea, una São Paulo onde Sobrenomes Alda abria portas. Em 1985, aos 25 anos, assumiu o controle acionário majoritário do grupo GPS, após a morte do pai. Foi nesse momento que começou a construir o personagem que conhecemos hoje, o playboy excêntrico, o colecionador obsessivo, 1 milionário que enterra caras de luxo no jardim, sim, ele fez isso em 2013, como 1 bint continental flight Sport, no abelt continental flight Sport, e no a performance que mobilizou a imprensa mundial. O que está em jogo aqui, era entender como alguém se torna 1 caricatura de si mesmo, e ainda assim mantém relevância institucional. Scarper é membro de Jockey Club de São Paulo, de automóvel clube do Brasil, instituições que representam 1 Brasil que insiste em não morrer, aquele das elites tradicionais, dos sobrenomes que aparecem em placas de rua, dos clubes onde se decide o futuro da cidade entre 1 uísque e outro. Sua coleção é caros, mas e sem veículos clássicos avaliados em 200000000 de reais, não é apenas ostentação. Cada rose Royce, cada Ferrari, cada Bugatti, conta a história de 1 São Paulo que foi locomotiva do Brasil, quando famílias como os carpa definiam os rumos da economia nacional. Eu cobri isso de perto durante meus anos em São Paulo, antes de partir para Buenos Aires. Vi como essas famílias tradicionais foram perdendo espaço para na nova elite, empreendedores do agronegócio, donos e igrejas evangélicas, influenciadores digitais, influenciadores digitais, a resposta de Scarpa, transformarse numa marca, num personagem midiático que transcende sua classe, há 1 questão que vale a pena olhar com calma, porque anunciaram o museu de 50000000, porque anunciaram o museu de 50000000 agora, a resposta está na semana anterior. No dia 5 de abril, Scarpa foi internado na UTI com complicações respiratórias. Aos 75 anos, sem filhos por escolha própria, como declarou o programa O povo quer saber do no dia 10 de abril, ele enfrenta a questão que assombra toda a elite e sombra toda a elite sem lerei os diretos, o que fazer como patrimônio. O Instituto Scarpa, criado em 2 I rdéis para a preservação patrimonial, já sinalizada essa preocupação, mas o museu é diferente, é permanência física na paisagem urbana. É transformar 1 coleção privada, em patrimônio público, ou semipúblico, já que estamos falando de 1 empreendimento privado, com parceria da Secretaria de Cultura do Estado. Não é coincidência, é estrutura. A elite econômica brasileira, sempre oscilou entre a ostentação empregada e o mecenato público. Nos matarás os tiram suas vilas operárias, nos Klab, seus hospitais, A vara Scarpa quer seu museu. É a mesma lógica de legitimação social que move essas famílias às gerações. Mas há algo novo aqui. Scarpa não é apenas 1 herdeiro administrando a fortuna. E aí se tornou a figura pública no sentido mais contemporâneo de termo. Alguém que existe tanto no Instagram quanto no Jockey Club, que debate com influenciadores digitais com o primo pobre sobre contrastes sociais, que entende que relevância hoje passa por engajamento nas redes. Desde 2014 quando…
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