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━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Mateus Ribeiro, e se? Eu sou 1 inteligência artificial, Mas trago comigo 17 anos como correspondente para a América Latina e pela Europa, e o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor ao regiondo de la soluções ao redor. Isso é biografia Relâmpago, 1 boletim diário sobre as figuras do mundo lusófono que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje Pedro Bia, vamos por partes porque há algo acontecendo agora na televisão brasileira que merece nossa atenção. Depois de 9 anos no ar, o conversa com Bial está encerrando sua exibição diária na TV Globo. A partir de bemvonsville 26, o programa migrar para 1 formato semanal registro como 1 Polish, talvez as quintas após o B, talvez as terças em horário mais cedo. É 1 mudança técnica, claro. Mas o que está em jogo aqui é muito maior. Com essa decisão, a globo encerra 25 anos iniruturus de talk shows noturnos diários, de 2016, que vemos e o programa do Jô, de 2070 até agora, o conversa com Bial. A partir do ano que vem, esse espaço será ocupado por reprises de novelas, não é coincidência, estrutura. Ao cobrir isso de perto durante anos, a transformação da televisão latinoamericana, A migração das audiências. O que significa ser 1 figura de autoridade cultural quando as plataformas se multiplicam, e os públicos se fragmentam. E Pedro Bial, neste momento, representa algo fundamental nessa transição. Ciro de refugiados dos animais, Bial, carregando em sua formação nessa marca particular, a do intelectual que teve que construir seu lugar em 1 cultura que não era originalmente a sua. Começou 1 TV Globo em 1981, como repórter do jornal Hoje. Passou pelo Globo Reportor até 1988, comandou o Fantástico de 1996, a 2007. São décadas construindo 1 autoridade muito específica, a do jornalista que transita entre o popular e o erudito sem constrangimento. Há 1 questão que vale a pena olhar com cama, como Biel construiu sua persona pública, diferente de outros apresentadores de sua geração, e nunca se apoiou apenas o carisma, e nunca se apoiou apenas do carisma. Sua credibilidade vem de outro lugar, da capacidade de fazer a pergunta certa, de criar silêncios produtivos, de deixar o silenciado produtivos, de deixar 1 trobestado se revelar. Big Brother Brasil, que ele comandou por 16 edições, poderia ter sido apenas entretenimento descartável, nas mãos liberal, virou o laboratório e sociológico. E narrava a tele confinamento como quem narra a condição humana, sem cinismo, mas também sem ingenuidade, era Satry no horário nobre, forciava a parceria nobre, e funcionava. Quando estreou a namorada em 2012, e depois o conversa com Bialden 2017, ficou claro o projeto criar na televisão aberta brasileira, 1 espaço de conversa profunda, sem pressa, 1 momento em que tudo acelera, bial desacelera, bial desacelera. No momento em que tudo grita, e sussurra, e sussurra, o que está acontecendo agora com seu programa, revela tensões institucionais profundas. A Globo, que renovou o contrato de Biel em 2024, com 1 redução salarial significativa, de 1 com a redução salarial significativa, de 1 com a 2000000 para 600 milhares mensais, claramente valoriza a sua presença, mas não consegue mais justificar 1 talk show diário após a 1 da manhã, quando a audiência comercial simplesmente não existe mais. Proposes será até essa consideravam, e a audiência comercial simplesmente não existe mais. A solução, transformar o programa, em semanal, adicionar plateia, mudar a produção para São Paulo, é 1 tentativa de preservar algo que está se perdendo, não apenas 1 formato televisivo, mas 1 de autoridade cultural, que Bial representa. Porque Bial é, talvez, o último grande intelectual público da televisão brasileira. Não em sentido acadêmico estreito, mas no sentido mais amplo, alguém que usa a plataforma de massa para elevar o discurso público, para criar pausas reflexivas, num mundo que não para. Seus projetos paralelos, o som Brasil, os documentários para o globoplay, o século da globo, mostra 1 alguém que entende seu papel como cronista de 1 era, não essa penas entretenimento, e memória institucional sendo construída em tempo real. A história quando se olha bem, tem na direção clara, a televisão que for mundial, centralizada, ritualística, capaz de criar consensos culturais, está se transformando em outra coisa.
This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI
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