• Solidão na era digital
    Jan 20 2026

    Neste episódio, refletimos sobre a solidão na era digital, o abismo entre a psique e o pixel. Em um mundo hiperconectado, onde nunca estivemos tão acessíveis, por que nos sentimos tão sós? A partir da psicanálise, de Freud a Lacan e Winnicott, o episódio aborda o narcisismo digital, a crise da alteridade, o cansaço psíquico e as patologias do vazio. Um convite a pensar a solidão como sintoma contemporâneo e a resgatar vínculos reais, presença, escuta e laços humanos verdadeiros.



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    13 Min.
  • O Culto ao Corpo: Músculos, Narcisismo e Fragilidade Psíquica
    Jan 20 2026

    Vivemos hoje um verdadeiro culto ao corpo, especialmente nas redes sociais e nos aplicativos de relacionamento. O corpo musculoso, fotografado no espelho da academia, torna-se cartão de visita, identidade e promessa de potência. Mas o que essa imagem tenta sustentar? Entre o parecer e o sentir, algo se perde: o corpo deixa de ser lugar de desejo e passa a funcionar como vitrine, armadura, defesa contra a própria vulnerabilidade.A psicanálise nos ajuda a ler esse fenômeno para além da estética. O corpo hipermusculado pode operar como um falso self, uma couraça que protege o sujeito do contato com a fragilidade, a dependência e a falta. Quando toda a libido é investida na própria imagem — nos músculos, nos likes, na performance — o outro se torna dispensável. O paradoxo aparece justamente aí: quanto mais força exibida, mais frágil se torna o encontro íntimo, o erotismo, a entrega.Este vídeo é um convite a pensar o corpo para além do espelho. A verdadeira potência não está na perfeição muscular, mas na capacidade de sustentar a própria incompletude e se abrir ao desejo do outro. Talvez o corpo que mais precisa ser mostrado seja também aquele que menos pode ser tocado. E talvez seja justamente aí que algo do nosso tempo precise ser interrogado.

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    10 Min.
  • Solidão epidêmica - saúde mental pública
    Jan 14 2026

    Vivemos a era da psique e do pixel: hiperconectados, mas profundamente sós. Nunca estivemos tão próximos em termos de dados, sinais e notificações — e, paradoxalmente, nunca tão distantes em termos de encontro. A solidão deixou de ser uma melancolia íntima para se tornar um fenômeno social, clínico e político. Milhões de bolhas de isolamento flutuam nesse oceano digital, enquanto o sujeito contemporâneo tenta sustentar um ideal de ego virtual que o afasta de si mesmo.


    A psicanálise nos ajuda a entender esse impasse. O eu não nasce sozinho: ele se constitui no olhar do outro, na presença, no reconhecimento. Quando o contato visual, o toque e a escuta são substituídos pelo scroll infinito, o corpo paga o preço. Aumentam a ansiedade, o cansaço, as patologias do vazio. Somos amados pelo que parecemos ser — enquanto aquilo que realmente somos permanece invisível, não visto, não escutado.


    Este vídeo é um convite à interrupção dessa queda livre. Um chamado à presença, à palavra, ao laço possível entre corpos reais. Apresento aqui o projeto Não Estou Só, uma iniciativa gratuita do ILPC para criar encontros sem filtros, sem celular, com escuta e convivência. Talvez a cura não esteja em ter mais pessoas ao redor, mas em poder ser verdadeiramente você diante de alguém.

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    13 Min.
  • Como Psicanálise trata o racismo?
    Dec 16 2025

    Neste episódio, refletimos sobre o racismo a partir da psicanálise, entendendo-o não apenas como fenômeno social e político, mas como sintoma que atravessa o inconsciente. Falamos de projeção, clivagem, gozo e dos efeitos subjetivos da violência racial, especialmente sobre corpos negros. A partir de Freud, Lacan e Fanon, o episódio convida a pensar o racismo como ferida coletiva que se repete, exige escuta, responsabilização e elaboração — no laço social e no consultório.

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    13 Min.
  • Como cuidar dos afetos? - Violência como sintoma social - Saúde Publica
    Nov 22 2025

    A violência virou rotina. O ódio, linguagem. O que a psicanálise tem a dizer sobre esse tempo em que o outro se torna ameaça e a palavra dá lugar ao ato? Neste episódio, uma reflexão profunda sobre intolerância, pulsão de morte e a urgência da escuta.

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    12 Min.
  • Como lidar com a solidão? - Sozinhos em nós
    Nov 10 2025

    Neste episódio do Psicanálise do Dia a Dia, refletimos sobre a solidão contemporânea. Vivemos hiperconectados, mas cada vez mais isolados. Com Freud e Lacan como guias, pensamos o que se perdeu no laço com o outro — e o que resta quando o espelho se quebra e o sujeito se vê só com sua falta.


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    11 Min.
  • Psicanálise: Amor e inconsciente- A repetição das escolhas amorosas
    Nov 2 2025

    Neste episódio, mergulhamos na repetição das escolhas amorosas à luz da psicanálise. Por que insistimos em relações que nos fazem sofrer? A partir de Freud e Lacan, exploramos como o amor pode ser um palco onde o inconsciente encena antigas feridas, tentando elaborar o que ficou sem palavra. Amar, então, é repetir — mas também a chance de transformar a dor em sentido, o padrão em escolha, e o sintoma em possibilidade de encontro.


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    Eu sou o Olivan Liger, psicanalista há mais de 25 anos, pós-graduado em neurofarmacologia, trabalhando numa abordagem psicanalítica francesa contemporânea. Atendo pacientes adultos e principalmente pacientes brasileiros que residem fora do Brasil. Tento adaptar a agenda de acordo com o fuso horário e disponibilidade do paciente. Meu trabalho tem como objetivo acolher e aliviar o sofrimento humano, ao mesmo tempo que investiga-se a origem desse sofrimento e procura-se alternativas para mitigá-lo ou torná-lo menos impactante na vida do indivíduo, buscando sempre as raízes inconscientes que geram o sintoma ou mal estar atual, e com isso, gerando um ambiente psíquico de crescimento. Quando necessário trabalho de forma multidisciplinar (falo Inglês e espanhol) com psiquiatra ou outro profissional da área de saúde que esteja envolvido no tratamento do paciente


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    10 Min.
  • Psicanálise e luto - Sobre o perder e reconstruir
    Oct 20 2025

    Neste episódio, falamos sobre o luto como uma das experiências mais humanas e inevitáveis da vida. A partir de Freud e do texto Luto e Melancolia, refletimos sobre a perda, os diferentes modos de vivê-la e a singularidade desse processo. Conversamos também sobre os lutos simbólicos, coletivos e desautorizados, mostrando como cada ausência exige tempo, palavra e elaboração. Mais do que dor, o luto pode ser um espaço de reconstrução, memória e reinvenção do viver.


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    Eu sou o Olivan Liger, psicanalista há mais de 25 anos, pós-graduado em neurofarmacologia, trabalhando numa abordagem psicanalítica francesa contemporânea. Atendo pacientes adultos e principalmente pacientes brasileiros que residem fora do Brasil. Tento adaptar a agenda de acordo com o fuso horário e disponibilidade do paciente. Meu trabalho tem como objetivo acolher e aliviar o sofrimento humano, ao mesmo tempo que investiga-se a origem desse sofrimento e procura-se alternativas para mitigá-lo ou torná-lo menos impactante na vida do indivíduo, buscando sempre as raízes inconscientes que geram o sintoma ou mal estar atual, e com isso, gerando um ambiente psíquico de crescimento. Quando necessário trabalho de forma multidisciplinar (falo Inglês e espanhol) com psiquiatra ou outro profissional da área de saúde que esteja envolvido no tratamento do paciente


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