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  • Os melhores pratos de 2025: a lista de Ricardo Felner
    Jan 22 2026

    Apesar de, como afirmou no episódio anterior, ter achado 2025 um ano fraco em termos de inovação gastronómica, Ricardo Felner comeu muito bem e elabora a lista dos melhores pratos que comeu como os pastéis de peixe do Cantinho da Ameixoeira ou o cozido do Oficina, no Porto.

    Uma lista de pratos e restaurantes para conferir em 2026, se não teve ainda oportunidade de experimentar. Às vezes basta um prato para fazer um restaurante, mas nem todos os restaurantes se devem medir só por um ou dois pratos.

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  • “Os preços têm que aumentar”: vamos conseguir comer fora em 2026?
    Jan 15 2026

    Ricardo Felner recorda o seu 2025 gastronómico e dá-nos conta da falta de inspiração nos pratos que comeu ao longo do ano. Será que essa é a tendência para 2026, tudo chocho?

    Há também que ter em conta o factor económico: os portugueses parecem estar cada vez a comer menos fora, e já não pedem tantas garrafas de vinho às refeições. Mas os donos parecem pensar o contrário:‌ dizem que os preços têm que aumentar. Será que vamos conseguir comer fora em 2026?

    Para Ricardo Felner, existe também outro factor que contribuiu para que 2025 não tenha surpreendido gastronómicamente: as grandes cadeias e franchises suplantaram sempre os restaurantes mais pequenos.

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  • Ano novo, receitas diferentes: quais as virtudes de fazer um menu semanal?
    Jan 8 2026

    Ano novo, ementa nova? Ricardo Felner foi investigar as virtudes do menu semanal para tentar descobrir se é treta ou se funciona mesmo na organização das refeições lá em casa.

    Ricardo Felner sonha um dia fazer Beef Wellington mas diz que nunca tem tempo, porque o jantar é sempre inventado uma hora antes. Por causa disso, pediu ajuda a uma amiga para tentar desvendar a arte (ou o segredo) da elaboração de um menu semanal: será que há mesmo razões para apostar numa ementa preparada antecipadamente?

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  • Os mais ouvidos de 2025: A manteiga mata. E agora?
    Jan 1 2026

    Gosta muito de pão com manteiga? Procure alternativas. Oiça esta republicação de um dos episódios mais ouvidos do d’O Homem Que Comia Tudo.

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  • Os mais ouvidos de 2025: Comer um pastel de nata à tarde é uma loucura?
    Dec 25 2025

    As coisas bonitas da vida são redondas, tal como um pastel de nata, diz Ricardo Dias Felner nesta ode ao doce que é o cartão de visita de Portugal. Quase todos são bons? Quase. Recorde este episódio do podcast O Homem Que Comia Tudo.

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  • Está a altura de estudar melhor as comidas que o Islão nos deu
    Dec 18 2025

    Mesmo que vá contra as modas da política, não podemos negar a influência islâmica em Portugal, desde a linguagem à comida. Foram cinco séculos de domínio do Islão nas terras do Gharb al-Andalus numa altura que Bagdade criava tendências, qual Nova Iorque da altura.

    No entanto, não existe literatura suficiente que faça jus a essa influência e não podemos culpar só as trevas da idade média ou o deslumbramento com o ouro e açúcar do Brasil ou as especiarias da India.

    É hora de estudarmos melhor as comidas que o Islão nos deu. Foi através delas que nos chegaram laranjas e limões, amêndoas, massas trigueiras (como os cuscuz e a aletria), ervas aromáticas como os coentros (somos dos poucos países europeus que os consomem), pratos como a muxama e as migas.

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  • A olla podrida espanhola está na origem do cozido à portuguesa?
    Dec 12 2025

    Cozidos há muitos. Em Espanha temos a olla podrida, a inspiração mais que provável para o nosso cozido e a china tem um cozido monumental, conhecido como “panela de fogo” ou “hot pot”. Um pouco por todo o mundo encontramos panelas de caldo forte e carnes variadas, couves e legumes. Mudam-se os modos, mudam-se alguns temperos e idiomas mas a preparação não é assim tão diferente de nação para nação.

    Se queremos reclamar para a nossa pátria um prato, temos que o honrar e escrever sobre ele. Como observámos no episódio passado, Ricardo Felner não encontrou muitas referências literárias a esse prato tão típico de Portugal, mas não o deixa de elogiar, frisando, contudo um pormenor importante: não pode ser servido tépido.

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  • Qual é o tempo do cozido à Portuguesa?
    Dec 4 2025

    Omissões no cozido levam a tragédias, mas também chamar cozido a uma pilha de carnes, enchidos e legumes aleatórios não devia ser chamado de cozido à portuguesa, mas é o que muitos restaurantes servem por 12 euros.

    Para se comer um cozido de excelência é preciso esperar pelo tempo certo, quando as matanças do porco começam e aguardar que o frio curta as carnes, lembra Ricardo Felner. “O cozido deve ter carnes salgadas e fumados”, afirma.

    Qual é o segredo de um bom cozido? E qual é o tempo do cozido à Portuguesa? Ricardo Felner mergulha no caldo de um dos pratos mais típicos portugueses e dá-nos dicas importantes para usar na altura de escolher (ou cozinhar) esta iguaria e diz-nos também onde comeu os melhores cozidos da sua vida.

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