Vivemos num mundo hiper conectado. Redes sociais, chamadas de vídeo e áudio, mensagens, notificações... tudo está ao nosso alcance num estalar de dedos.
No entanto, porque será que algumas pessoas se sentem tão só, mesmo tendo um milhão de amigos no Facebook e nos Instagram? Sim, existe uma solidão que habita em nós, mesmo em meio à multidão. Ela surge quando não nos sentimos vistos, escutados, compreendidos. Esta solidão é classificada pelos estudiosos de solidão emocional.
A verdadeira solidão, portanto, não é a ausência de pessoas, mas sim a incapacidade de apreciar e desfrutar da própria companhia. É quando se percebe que a falta de conexão consigo mesmo é mais dolorosa do que a falta de contato com outros.
No entanto, a solidão pode ser uma oportunidade para o autoconhecimento e o desenvolvimento pessoal. Ao aprender a gostar da própria companhia, a pessoa encontra paz e força em si mesma, tornando a solidão um estado de solitude, onde se está bem consigo mesmo, em vez de um estado de sofrimento e vazio.
No entanto, exagerar nesse aspecto é condenar-se ao isolamento social, o que também não é nada saudável. Você já deve ter percebido que estamos falando aqui de equilíbrio. Estamos falando de inteligência emocional.
A inteligência emocional abrange diversos aspectos importantes para o desenvolvimento pessoal e profissional. Alguns deles incluem o autoconhecimento, o controle das emoções, a automotivação, a empatia e as habilidades sociais. O desenvolvimento dessas áreas pode levar a melhores relacionamentos, maior sucesso em diversas áreas da vida e bem-estar geral.
Vamos refletir sobre a importância de cultivar um relacionamento saudável consigo mesmo, para que a solidão não seja um fardo, mas sim uma chance de se reconectar com a própria essência e encontrar alegria na própria presença.