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Juro Composto

Juro Composto

Von: Nuno Mendes
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Os grandes livros, lidos a sério e destilados em proveito prático. Ideias que rendem juros – e juros sobre juros.

© 2026 Juro Composto
Kunst
  • Psicologia - lidar com dinheiro
    Jun 28 2026

    Porque o sucesso financeiro depende menos do que sabemos e mais de como nos comportamos – Morgan Housel, em resumo.

    Há um porteiro que morreu com oito milhões de dólares e um executivo de Harvard que faliu na crise. A diferença entre os dois não foi inteligência nem diploma – foi comportamento. É daqui que parte Morgan Housel em «The Psychology of Money».

    Neste resumo percorremos a tese central do livro: ganhar e gerir dinheiro tem pouco a ver com o que sabemos e quase tudo a ver com a forma como nos comportamos. Falamos do peso silencioso da sorte e do risco, da magia dos juros compostos – que exige tempo, não brilhantismo –, da diferença entre ficar rico e manter-se rico, e da pergunta que quase ninguém faz: quanto é «suficiente»? No fim, fica a ideia mais subversiva de todas – o maior dividendo que o dinheiro paga não é o consumo, é o controlo sobre o próprio tempo.

    Um episódio para quem quer repensar a relação com o dinheiro antes de pensar em estratégias e fórmulas. Porque, como diz Housel, ninguém é maluco nas suas decisões financeiras.

    #literaciafinanceira

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    21 Min.
  • A ética do carácter nos sete hábitos
    Jun 24 2026

    Stephen Covey vendeu mais de quarenta milhões de exemplares com uma tese simples e desconfortável: a eficácia que dura não nasce de truques de personalidade, mas do carácter – daquilo que somos, não daquilo que mostramos. Nesta conversa percorremos os sete hábitos, da proatividade à escuta empática, e a lógica que os une: a vitória privada antes da vitória pública, e a mudança que começa sempre de dentro para fora, na forma como vemos o mundo antes daquilo que fazemos nele.

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    15 Min.
  • A Divina Comédia - Resumo
    Jun 20 2026

    "A Divina Comédia" lida não como um monumento atrás de um vidro, mas como
    um mapa: uma viagem por três reinos – Inferno, Purgatório e Paraíso – que
    afinal são três estados de uma só coisa, o desejo.

    Dante começa perdido, a meio da vida, numa selva escura. Para reencontrar
    o caminho tem de descer primeiro, ver o mal sem ilusões antes de poder
    subir. O que se segue não é um catálogo de castigos: é um sistema moral
    preciso sobre aquilo que amamos, como o amamos, e o que isso faz de nós.

    Neste episódio:

    - A arquitetura dos três reinos como três estados do amor – o Inferno é o
    amor fechado sobre si próprio, o Purgatório é o amor a ser corrigido, o
    Paraíso é o amor alinhado com o seu verdadeiro fim.
    - O contrapasso: a pena é a forma visível e eterna do próprio pecado, e a
    ordem dos pecados é, ela mesma, o argumento – a fraude fria pesa mais do
    que a paixão quente.
    - Lúcifer, no fundo, preso no gelo: o mal supremo não é grandioso, é
    imobilidade estéril, incapaz de amar e de gerar fosse o que for.
    - Virgílio, a razão e a poesia clássica, e Beatriz, a revelação e a graça
    – e o limite exato onde a razão deixa de poder guiar.

    Termina onde Dante termina – "o amor que move o sol e as outras estrelas"
    – e deixa-te com a sua pergunta, não com um resumo arrumado: que desejos
    estão a moldar a tua vida agora, e para onde te levam exatamente?


    Produzido com assistência de IA.

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    9 Min.
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