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  • 03/07/2026 - Morning Call by FUTURO invest
    Jul 3 2026

    No Morning Call by FUTURO invest desta sexta-feira, 3 de julho de 2026, Igor Menezes analisa a abertura do mercado após uma semana marcada por cautela, realização parcial, ruídos fiscais no Brasil e atenção aos dados de emprego dos Estados Unidos.O Ibovespa fechou a quinta-feira em alta de 0,64%, aos 172 mil pontos, apoiado pela leitura de que o payroll americano mais fraco reduz a pressão sobre os juros nos Estados Unidos e melhora o apetite por ativos de risco. Ainda assim, o pregão de hoje tende a ter menor liquidez, já que os mercados à vista americanos estão fechados pelo feriado antecipado do Dia da Independência.No Brasil, o foco segue dividido entre inflação, Selic, atividade econômica e fiscal. O Boletim Focus continua indicando inflação projetada acima da meta e Selic em patamar elevado, enquanto o Caged mostrou perda de força na criação de vagas formais. A leitura é de uma economia que dá sinais de desaceleração, mas ainda sem mudar de forma decisiva o cenário de juros altos por mais tempo.No exterior, o Federal Reserve segue no centro das atenções. O payroll abaixo do esperado aliviou parte da pressão sobre os juros americanos e enfraqueceu o dólar globalmente, o que favorece emergentes. Nas commodities, o petróleo perdeu parte do prêmio geopolítico, enquanto minério de ferro, Vale, Petrobras, bancos e siderúrgicas seguem como vetores importantes para a direção do Ibovespa.O episódio também traz os principais pontos técnicos para o pregão: suporte do Ibovespa perto de 171.700 pontos e resistência entre 174.400 e 174.500 pontos. Para a bolsa buscar novos patamares, será necessário fluxo consistente em bancos, Petrobras e Vale.Na agenda do dia, o principal gatilho local é a produção industrial brasileira, divulgada às 9h. Um número mais forte pode pressionar os juros futuros e limitar a queda do dólar; uma leitura mais fraca pode favorecer o fechamento da curva e beneficiar setores ligados à economia doméstica.O Morning Call também antecipa os principais eventos da próxima semana, com destaque para Boletim Focus, dados de serviços nos Estados Unidos, IGP-DI no Brasil, ata do Fed, inflação da China, pedidos de seguro-desemprego americanos, ata do Banco Central Europeu e IPCA de junho no Brasil.Nos destaques corporativos, a Embraer entra no radar após divulgar a entrega de 65 aeronaves no segundo trimestre, alta de 7% na comparação anual e melhor desempenho para o período em 16 anos. Nos Estados Unidos, a temporada de resultados começa a ganhar corpo com balanço da Delta Airlines, que ajuda a medir consumo de serviços, demanda por viagens e impacto do petróleo sobre custos.Acompanhe o Morning Call by FUTURO invest para entender os principais movimentos do mercado, os impactos sobre juros, câmbio, bolsa, commodities e os reflexos para o planejamento financeiro.Este conteúdo tem caráter meramente informativo e educacional. Não constitui recomendação de investimento, oferta, solicitação de compra ou venda de ativos, nem substitui a análise individual de um profissional habilitado.

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  • 02/07/2026 - Morning Call by FUTURO invest
    Jul 2 2026

    No Morning Call by Futuro Invest desta quinta-feira, 02 de julho de 2026, analisamos a abertura do mercado com foco na herança deixada pelo fechamento de ontem, no comportamento dos ativos globais e nos principais gatilhos que podem direcionar o pregão.


    O Ibovespa entra no dia tentando preservar a região dos 171 mil pontos, após uma sessão de queda moderada na B3 e recuo também em Nova York, com S&P 500 e Nasdaq pressionados por realização em tecnologia e cautela antes de dados importantes do mercado de trabalho americano.


    O grande destaque da agenda é o payroll dos Estados Unidos, divulgado excepcionalmente nesta quinta-feira por causa do feriado do Dia da Independência. O dado tem potencial para mexer diretamente com a curva de juros, o dólar, os DIs e o apetite por risco em mercados emergentes. Um número acima do esperado pode reforçar a percepção de juros americanos mais altos por mais tempo, enquanto uma leitura mais fraca pode abrir espaço para alívio em bolsa, câmbio e juros futuros.


    No Brasil, o mercado acompanha também a dinâmica do dólar, que voltou a fechar acima de R$ 5,20, além do comportamento das commodities. O petróleo Brent encerrou em queda, pressionando a leitura para as ações ordinárias e preferenciais da Petrobras, enquanto o minério de ferro também recuou, deixando a Vale e as siderúrgicas em atenção no leilão de abertura.


    No bloco corporativo, o episódio destaca os principais fatos relevantes do pós-mercado, incluindo a vitória do Itaú Unibanco em licitação para administrar a folha salarial de servidores de Minas Gerais, a aquisição aprovada pelo Grupo GPS e a movimentação estratégica da Embraer em sua estrutura operacional.


    Também trazemos a visão tática para o leilão de abertura, com os principais pontos técnicos do Ibovespa: suporte na região dos 171 mil pontos e resistência imediata próxima de 172.100 pontos, com direção mais clara esperada após a divulgação do payroll às 09h30, no horário de Brasília.


    Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional e não constitui recomendação de investimento, oferta, solicitação de compra ou venda de ativos financeiros. As análises refletem o cenário de mercado no momento da gravação e podem mudar conforme novos dados e eventos sejam divulgados.

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  • 01/07/2026 - Morning Call by FUTURO invest
    Jul 1 2026

    No Morning Call by FUTURO Invest de hoje, o mercado abre atento à herança negativa da B3, ao fechamento positivo de Nova York e à cautela nos futuros globais nesta manhã.


    O Ibovespa encerrou o último pregão em queda, pressionado por commodities, fluxo estrangeiro mais seletivo e cautela antes de uma nova rodada de indicadores nos Estados Unidos. Em Wall Street, S&P 500 e Nasdaq avançaram, sustentados por tecnologia e semicondutores, mas os futuros americanos indicam realização parcial nesta manhã.


    Na agenda econômica, o foco do dia está nos dados de emprego privado ADP, no ISM industrial dos Estados Unidos, nos PMIs industriais da Europa e do Brasil, além de falas de autoridades monetárias, incluindo Christine Lagarde, Andrew Bailey e Kevin Warsh. Esses indicadores podem mexer diretamente com juros futuros, câmbio e apetite por risco ao longo do pregão.


    No Brasil, o mercado acompanha o comportamento de Petrobras, Vale, siderúrgicas, bancos e empresas sensíveis à curva de juros. O petróleo mais fraco, o minério de ferro sem direção forte e a leitura sobre fluxo estrangeiro devem influenciar o leilão de abertura e os primeiros movimentos do Ibovespa.


    Também analisamos os principais pontos técnicos do índice, os gatilhos de volatilidade para o dia e os cenários mais prováveis para a abertura da bolsa brasileira.


    Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. Não constitui recomendação de investimento, compra, venda ou manutenção de qualquer ativo financeiro.

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  • 30/06/2026 - Morning Call by FUTURO invest
    Jun 30 2026

    No Morning Call by FUTURO Invest desta terça-feira, 30 de junho de 2026, analisamos os principais vetores que devem direcionar o mercado no pregão de hoje.


    O Ibovespa chega ao dia após fechar praticamente estável, aos 173.205 pontos, enquanto o dólar encerrou a sessão anterior a R$ 5,1743. No exterior, Wall Street deixou uma herança positiva, com forte avanço do S&P 500 e do Nasdaq, sustentados pela recuperação das ações de tecnologia e pela redução parcial das tensões geopolíticas.


    A abertura do mercado brasileiro deve refletir uma combinação de fatores: commodities mais firmes, minério de ferro em alta na China, petróleo Brent acima de US$ 73 por barril e futuros globais em leve acomodação após o rali em Nova York. A leitura inicial sugere estabilidade com viés levemente positivo, mas ainda dependente do comportamento do dólar, dos juros futuros e do fluxo estrangeiro na B3.


    Na agenda econômica, o principal gatilho do dia vem dos Estados Unidos, com a divulgação do relatório JOLTS e da confiança do consumidor às 11h, no horário de Brasília. Esses dados podem influenciar diretamente a curva de juros americana, o dólar global e, por consequência, os DIs no Brasil. No cenário local, o mercado acompanha o Índice de Preços ao Produtor, divulgado pelo IBGE, em busca de sinais sobre pressões de custo na indústria.


    Também analisamos os impactos para as principais ações da bolsa. Vale tende a refletir a alta do minério e a melhora do PMI industrial da China. Petrobras pode reagir ao petróleo mais forte. Já Raízen, Cosan, Rumo e Braskem entram no radar corporativo após notícias relevantes no pós-mercado e movimentos recentes de maior volatilidade.


    O episódio traz ainda os principais pontos técnicos para o Ibovespa, com atenção à região de suporte em 172.800 pontos e à resistência entre 174.400 e 175.000 pontos. O direcionamento do pregão deve depender da combinação entre câmbio, juros futuros, commodities e dados americanos.


    Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. Não constitui recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substitui uma análise individualizada feita por um profissional habilitado.

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  • 29/06/2026 - Morning Call by FUTURO invest
    Jun 29 2026

    No Morning Call by FUTURO Invest de hoje, o mercado abre a semana com uma herança positiva da B3, após o Ibovespa fechar a sexta-feira em alta e renovar uma leitura técnica mais construtiva para o curto prazo. O índice encerrou o último pregão aos 173.295 pontos, apoiado por bancos, queda dos juros futuros e alívio no câmbio, enquanto Nova York terminou em leve baixa, pressionada por tecnologia e semicondutores.


    A abertura desta segunda-feira começa com atenção ao comportamento dos futuros globais, ao petróleo, ao minério de ferro e ao câmbio. O Brent volta a subir com a recomposição do prêmio geopolítico no Oriente Médio, enquanto o minério de ferro fecha em alta na China, trazendo suporte seletivo para Vale e siderúrgicas. No Brasil, o dólar encerrou a sexta-feira em queda, e a continuidade desse movimento pode ser decisiva para o apetite ao risco local.


    Na agenda econômica, os principais gatilhos do dia vêm do Relatório Focus, do IGP-M de junho, das sondagens da FGV e dos dados de crédito divulgados pelo Banco Central. O mercado acompanha de perto as expectativas para IPCA, Selic, PIB e câmbio, com impacto direto sobre os juros futuros e o humor da bolsa. No exterior, o radar inclui o índice industrial do Fed de Dallas, leilões de títulos americanos e a abertura do fórum anual do Banco Central Europeu, com participação de Christine Lagarde.


    Entre as ações, o destaque fica para o bloco de commodities, com atenção a Vale, Petrobras e siderúrgicas, além dos bancos, que seguem como um dos principais vetores de sustentação do Ibovespa. No radar corporativo, Braskem continua exigindo cautela, após forte queda recente e aumento da percepção de risco em torno da companhia.


    O episódio de hoje analisa os principais pontos de suporte e resistência do Ibovespa, os ativos que podem liderar o leilão de abertura e os fatores que podem mudar o rumo do pregão ao longo do dia.


    Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional e não representa recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem orientação individual de alocação. Para decisões financeiras, consulte um profissional habilitado.

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  • 26/06/2026 - Morning Call by FUTURO invest
    Jun 26 2026

    No Morning Call by FUTURO Invest desta sexta-feira, 26 de junho de 2026, Igor Menezes analisa os principais vetores que direcionam o mercado financeiro no encerramento da semana.

    A Bolsa brasileira voltou a operar acima dos 170 mil pontos, sustentada por uma melhora no apetite ao risco, pela força de nomes ligados a commodities, como Petrobras e Vale, e pelo desempenho do setor financeiro. Apesar do alívio recente, o cenário ainda exige cautela, especialmente diante de uma inflação que mostra sinais de desaceleração, mas permanece elevada quando comparada ao ano anterior.

    No Brasil, o destaque do dia fica para a divulgação da PNAD, indicador relevante para medir a força do mercado de trabalho. Um mercado aquecido tende a sustentar consumo, pressionar expectativas de inflação e influenciar diretamente a curva de juros futuros. Esse movimento impacta a atratividade da renda variável, já que juros elevados aumentam a concorrência da renda fixa dentro das carteiras.

    No cenário global, o episódio aborda a volatilidade do petróleo, o comportamento do dólar entre R$ 5,15 e R$ 5,20, os reflexos das tensões no Oriente Médio e a leitura dos investidores sobre inflação e juros nos Estados Unidos. A confiança do consumidor medida pela Universidade de Michigan também entra no radar, por sua relação com expectativas de inflação e decisões futuras do Federal Reserve.

    Entre os destaques corporativos, o episódio comenta a movimentação de Petrobras, Vale, bancos e Americanas, além dos principais pontos de atenção para a próxima semana, como Boletim Focus, dados de inflação, Selic, indústria americana e Payroll.

    A mensagem central é clara: mesmo com melhora pontual no humor dos mercados, o investidor precisa seguir atento aos dados, revisar expectativas e manter uma estratégia alinhada ao seu plano financeiro e de vida.

    Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. Não constitui recomendação de investimento, oferta, solicitação de compra ou venda de ativos, nem substitui uma análise individualizada feita por um profissional habilitado.

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  • 25/04/2026 - Morning Call by FUTURO invest
    Jun 25 2026

    No Morning Call by FUTURO Invest de hoje, quinta-feira, analisamos o fechamento do mercado na quarta-feira, 24 de junho de 2026, e os principais vetores que podem influenciar o pregão desta quinta-feira.


    O Ibovespa encerrou o dia em queda, devolvendo parte da sequência recente de altas, mas ainda preservando a região dos 170 mil pontos. A pressão veio principalmente de Petrobras, Vale e bancos, em uma sessão marcada pela queda forte do petróleo, avanço do dólar e realização em blue chips. O episódio também avalia se o movimento representa apenas uma correção tática ou se começa a sinalizar uma mudança mais ampla no apetite a risco.


    No exterior, Wall Street teve desempenho misto, com S&P 500 e Nasdaq pressionados, enquanto o Dow Jones avançou. No after-market americano, o destaque ficou para a Micron, que impulsionou o setor de semicondutores após resultados e projeções acima das expectativas, reforçando a atenção para tecnologia e para a sessão asiática.


    Também falamos sobre o comportamento do dólar, euro, Bitcoin e Ethereum, além dos preços do petróleo Brent e do minério de ferro. A queda do Brent trouxe impacto direto para as ações ordinárias e preferenciais da Petrobras e demais empresas de óleo e gás, enquanto o minério sustentou uma leitura menos negativa para Vale e siderúrgicas, apesar do fluxo ainda seletivo na bolsa brasileira.


    Entre os destaques da B3, analisamos os principais movimentos de alta e baixa, a rotação entre setores, o peso do fluxo estrangeiro e os sinais de busca por papéis domésticos ligados a juros, varejo e construção. A leitura para hoje é de um pregão com assimetria mista: tecnologia global pode ajudar o humor, petróleo mais baixo tende a pesar sobre Petrobras, minério pode aliviar Vale, e a agenda macro segue no centro das atenções.


    Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional e não constitui recomendação de investimento, oferta, solicitação de compra ou venda de ativos, nem indicação individualizada de alocação de carteira. Consulte sempre um profissional habilitado antes de tomar decisões financeiras.

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  • 24/06/2026 - Morning Call by FUTURO invest
    Jun 24 2026

    No Morning Call by FUTURO Invest desta quarta-feira, 24 de junho de 2026, analisamos o fechamento positivo do Ibovespa, que avançou 0,52% e encerrou aos 171.258,87 pontos, mantendo a sequência de alta mesmo em um ambiente externo mais pressionado.


    O episódio destaca a leitura tática para a abertura do pregão, com atenção ao descolamento do Brasil em relação aos pares globais, ao comportamento do dólar, à rotação de carteiras e ao impacto dos movimentos em Wall Street, especialmente após a pressão sobre tecnologia e semicondutores.


    Também passamos pelos principais destaques da B3, com altas em nomes como MBRF3, VIVA3, AZZA3, RAIL3 e ASAI3, além das quedas em MGLU3, USIM5, HAPV3, COGN3 e VALE3. No câmbio, o dólar fechou em alta, reforçando a cautela com fluxo estrangeiro e prêmio de risco local.


    No cenário global, o episódio aborda o desempenho dos futuros americanos, o ajuste nas commodities, a queda do petróleo Brent e do minério de ferro, além dos possíveis reflexos para VALE3, PETR4, siderúrgicas, bancos e papéis domésticos logo na abertura do mercado.


    A análise também traz uma leitura sobre o after-market, o resgate antecipado de títulos globais pela Petrobras e os sinais de rotação entre setores, com investidores reduzindo exposição a ativos mais esticados no exterior e buscando oportunidades seletivas em mercados emergentes.


    Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional e não constitui recomendação de investimento.

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