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  • Hipátia – A Última Chama | voz masculina | power metal
    Feb 21 2026

    [Intro]

    No véu da noite, a cidade em chamas
    O eco da razão se apaga nas almas

    [Verse]
    Nas ruas de Alexandria ela caminhou
    Entre estrelas e números a verdade buscou
    Mas o medo e a fé, com ódio e com cruz
    Apagaram sua luz, negaram sua luz

    [Chorus]
    Hipátia é a última chama a queimar
    Luz contra as trevas, jamais vou calar
    Que sua morte seja um grito no ar
    Menos fé, mais razão, nunca parará

    [Verse 2]
    Eles rasgaram os livros, tentaram sumir
    Com a voz que ousou o dogma ferir
    Mas a chama da mente não pode morrer

    Transformando grandes ideias em torno do ateísmo em forma de música. Estamos em um número grande de plataformas de podcast, procure na sua favorita. No Spotify, por motivos que não sei, não aparece, mas aparece em outras plataformas.

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    2 Min.
  • Hipátia – A Última Chama (filme Ágora)
    Feb 20 2026

    #ciência #ateísmo #cristianismo

    Uma homenagem à Hipátia

    ==
    Hipátia – A Última Chama
    [Intro]
    (Instrumental épico, batidas fortes e coros etéreos)
    No véu da noite, a cidade em chamas,
    O eco da razão se apaga nas almas.

    [Verse]
    Nas ruas de Alexandria, ela caminhou,
    Entre estrelas e números, a verdade buscou.
    Mas o medo e a fé, com ódio e com cruz,
    Apagaram sua luz, negaram sua luz.

    [Chorus]
    Hipátia, a última chama a queimar,
    Luz contra as trevas, jamais vão calar.
    Que sua morte seja um grito no ar,
    Menos fé, mais razão, nunca parar!

    [Verse]
    Eles rasgaram os livros, tentaram sumir,
    Com a voz que ousou o dogma ferir.
    Mas a chama da mente não pode morrer,
    Nos olhos dos livres, ela vai renascer.

    [Chorus]
    Hipátia, a última chama a queimar,
    Luz contra as trevas, jamais vão calar.
    Que sua morte seja um grito no ar,
    Menos fé, mais razão, nunca parar!

    [Bridge]
    (O som desacelera, quase como um lamento)
    Séculos passam, mas nunca se vão,
    As ideias resistem à escuridão.
    Enquanto houver quem busque a verdade,
    Hipátia vive na eternidade!

    [Chorus]
    (Agora mais forte, com coros e instrumentação grandiosa)
    Hipátia, a última chama a queimar,
    Luz contra as trevas, jamais vão calar.
    Que sua morte seja um grito no ar,
    Menos fé, mais razão, nunca parar!

    [Outro]
    (Instrumental se dissolve em um som crescente, evocando um novo amanhecer)
    O tempo avança, a ciência renasce,
    E sua voz, Hipátia, jamais se apaga.


    Ateísmo em forma de música. Álbum completo (https://www.youtube.com/playlist?list=PLRcZHR14nQLhg55o9Byc1_KQaeZKb5LJy) .

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    3 Min.
  • O Espelho da Essência Humana (Baseado em Feuerbach)
    Feb 20 2026

    Abre-se o véu, matéria densa, provocação
    Religião é sonho, enigma em contemplação
    Não especulação — análise clara, empírica
    No rosto do divino, a essência é humana e lírica

    Pois o ser divino, objeto da adoração
    É só o ser do homem, sem limitação
    Onisciência, poder, amor a se elevar
    São nossas forças que aprendemos a alienar

    Razão concebe o universal, a perfeição abstrata
    Deus é o conceito frio, realidade condensada
    Infinito e necessário, mas vazio e distante
    Um ser puramente lógico, não guia o navegante

    Mas a Teologia é Antropologia!
    Cada oração é minha própria energia
    Para enriquecer a Deus, o homem se desfaz
    O segredo da religião: sou eu mesmo, e nada mais

    O entendimento é grande, mas não satisfaz
    O abismo entre nós e o frio me rouba a paz
    É o coração que entra, sentimento vivo e puro
    A fé que consola é o abrigo do futuro

    A figura da Paixão, o sofredor no altar
    Miséria humana elevada, aprendemos a amar
    Deus que sofre é só a dor que em mim se revela
    Sensibilidade divina — é a minha novela

    O Entendimento condena pela lei que não cede
    Mas o Amor perdoa, acolhe, compreende
    O Amor é o meio, a reconciliação
    Entre perfeito e imperfeito, nasce a encarnação

    Ele faz do homem Deus, e de Deus, humano
    Sem amor não há divino, só vazio insano

    Mas a Teologia é Antropologia!
    Cada oração é minha própria energia
    Para enriquecer a Deus, o homem se desfaz
    O segredo da religião: sou eu mesmo, e nada mais

    A crença é poder da imaginação
    Sacramento só vale pela projeção
    O mecanismo revelado, não dá mais pra negar
    É hora de reabsorver a essência, se libertar

    Razão, amor, vontade — riquezas que me pertencem
    Sou a fonte, o autor, a origem de tudo o que cresce
    Antropologia é Teologia revelada
    O sagrado é o ser humano, em sua força ilimitada

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  • Aborto vicário
    Feb 19 2026

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    4 Min.
  • O Dia da Infâmia (versão punk refinada)
    Feb 19 2026

    (Verso 1 – rápido, direto)
    Munidos de um falso brilho,
    marcharam contra a razão,
    contra o coração da democracia,
    agulha cravada em traição.

    Com promessas de intervenção,
    depredaram nossa nação!
    Botas de borracha esmagam a liberdade,
    Jesus usado como porrete de verdade!
    Veraneio Vascaína dobrando a esquina!

    (Refrão – em coro, gritado)
    Foi o dia da infâmia!
    A mentira vestiu farda!
    E carregou um crucifixo!
    Foi o dia da infâmia!
    O ódio quis ser pátria!
    Foi a nova Alexandria, século XXI!

    (Verso 2 – mais agressivo)
    Munidos de mentiras frias,
    tentaram manchar o chão,
    um Estado limpo, sem direitos,
    patriotismo de opressão!

    Patriotismo de bandeiras vendidas,
    uma de Cristo, outra de Wall Street!

    (Refrão – coro mais forte)
    Foi o dia da infâmia!
    A bandeira perdeu cor!
    Foi o dia da infâmia!
    O ódio venceu o amor!

    (Ponte – ritmo acelerado, falado/gritado)
    Mas a verdade resiste,
    mesmo em meio à ruína!
    Não vão calar o povo,
    a democracia ilumina!

    (Refrão final – caótico, acelerado)
    Foi o dia da infâmia!
    Foi o dia da infâmia!
    Foi o dia da infâmia!
    Mas nunca mais!

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    3 Min.
  • O fantasma do niilismo
    Feb 19 2026

    [Intro]
    Eles dizem: sem Deus é vazio, é fim, é caos
    Mas isso é medo vestido de argumento moral
    Confundem descrença com abismo existencial
    Espantalho antigo, truque retórico banal

    [Verso 1 – O fantasma]
    Quando eu digo “sou ateu”, já vem o diagnóstico
    “Então nada faz sentido, teu mundo é necrológico”
    Mentira repetida vira dogma emocional
    Niilismo como ameaça, chantagem espiritual

    Criaram o fantasma pra vender redenção
    Primeiro o medo, depois a salvação
    Se Deus cai, dizem, a ética desaba
    Mas isso diz mais da fé do que da falta

    [Verso 2 – Russell entra em cena]
    Bertrand Russell no ringue, sem metafísica
    Universo indiferente, verdade estatística
    Não tem Pai no céu, nem juiz legislador
    Mas tem lucidez, compaixão e valor

    Ele não troca Deus por vazio existencial
    Troca ilusão por ética sem tribunal
    O sentido não é dado, é construção humana
    Dignidade sem promessa, sem chama arcana

    [Refrão]
    Não confunda ateísmo com niilismo
    Descrença não é desistir do sentido
    Sem Deus não é nada, é responsabilidade
    Criar valor no caos é maturidade

    Não confunda ateísmo com niilismo
    Não é desespero, é olhar despido
    Se o cosmos é mudo, então escuta bem
    A voz que responde é a gente também

    [Verso 3 – Julgamento do Macaco]
    Scopes no tribunal, Darwin no banco dos réus
    Bryan grita: “Sem Gênesis, adeus valores seus!”
    Ciência vira ameaça, evolução é pecado
    “Se ensinar isso, o mundo tá condenado”

    Mas moral não nasceu com decreto divino
    Nasceu no convívio, no erro, no ensino
    Darwin não matou sentido, só tirou o verniz
    O medo era perder o monopólio do juiz

    [Verso 4 – Einstein vs Russell]
    Einstein ainda busca ordem no infinito
    Um Deus sem rosto, cósmico, bonito
    Russell diz: “Não preciso desse chão”
    O sentido não cai do céu — nasce da ação

    Um quer harmonia no tecido do real
    Outro aceita o trágico sem apelo final
    Não é fé contra razão, é outra divisão
    Cosmos com sentido ou sentido na mão

    [Refrão]
    Não confunda ateísmo com niilismo
    Descrença não é desistir do sentido
    Sem Deus não é nada, é responsabilidade
    Criar valor no caos é maturidade

    Não confunda ateísmo com niilismo
    Não é desespero, é olhar despido
    Se o cosmos é mudo, então escuta bem
    A voz que responde é a gente também

    [Verso 5 – Linha final]
    Se tua moral só vive com ameaça eterna
    Talvez o problema não seja quem nega
    Russell não promete céu, nem punição
    Promete lucidez, coragem e compaixão

    Niilismo é desculpa pra não encarar
    Que sentido não vem pronto pra consumir e rezar
    Ateísmo não rouba, ele devolve a chave
    Do valor criado por quem sabe que é frágil

    [Outro]
    Sem Deus, sem medo
    Sem medo, sem chantagem
    Sem chantagem, ética adulta
    Sem ilusão, coragem

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  • Ateísmo é sonhar
    Feb 18 2026

    Ateísmo é amor, é viver no agora
    É sentir o calor que o presente aflora
    Sem promessas, sem temores
    Só razão e paixão
    Ateísmo é amor em cada ação
    E quando a noite chega, o céu escurecer
    Vejo nas estrelas o brilho do saber
    Não é milagre, é só a vida a pulsar
    E o amor é tudo que preciso pra sonhar

    ==

    Fonte: pessoa desconhecida, se conhecer a pessoa, avisar.

    Um vídeo rondava grupos de ateus com esse poema.


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  • A última resistência | Madalyn Murray O'Hair | Symphonic power metal
    Feb 17 2026

    É da natureza do tempo que o dogma tenha fim
    É da natureza do tempo que a razão invada assim
    É da natureza do tempo que um império tenha fim
    É da natureza do tempo que o sofrimento tenha fim


    Quando o novo encontra o velho, ruem tronos e altares
    E como a história conta, os antigos caem em mares
    Quando o novo encontra o velho, ruem certeza e crenças
    E como a história conta, a verdade sempre florece

    Cercados pelo medo, o fim da fé sem enredo
    A aurora do futuro já vem
    Cercados pelo medo, o fim da ameaça chega ao sim
    A aurora do futuro já vem

    O império da cruz cai, frente à ciência que não trai
    Milhões contra a dúvida, mas a chama não se desfaz
    Madalyn desafiou, foi o último grito que ecoou
    Hipátia grita que ecoa 2.000 anos, de dor e razão
    Num mundo excludente, a descrença resistiu e lutou
    Num mundo de fé, sem fé, vencemos

    Quando a nova era surge, a fé não mais subjuga
    Quando a nova era brilha, a liberdade não recua
    Quando a nova era surge, a fé vira relíquia
    Quando a nova era brilha, a razão resurge

    É da natureza do tempo que a mentira se desfaz
    É da natureza do tempo que a clareza vem em paz
    É da natureza do tempo que os humanos acordem
    É da natureza do tempo que os gritos sejam ouvidos

    Chamaram de blasfêmia, mas não calaram sua ideia
    Chamaram de infieis, mas eles que realmente eram fiéis
    A aurora da verdade chegou

    Até o fim resistirão
    Mesmo poucos, não cederão
    Na razão, na inclusão
    Madalyn, de pé na contradição
    Hipátia, de pé com a razão

    Mil contra um, aço contra o sermão
    Mil contra um, ciência contra a ilusão
    Mil contra um, a mulher contra a exclusão
    Mil contra um, a fogueira contra a ilusão

    Transformando grandes ideias em torno do ateísmo em forma de música. Estamos em um número grande de plataformas de podcast, procure na sua favorita. No Spotify, por motivos que não sei, não aparece, mas aparece em outras plataformas.

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    5 Min.