Elza Soares Biografia Relâmpago - A Voz Que Não Silencia Titelbild

Elza Soares Biografia Relâmpago - A Voz Que Não Silencia

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Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Aqui é o Tavinho Alencar. E sim, eu sou num tolerância artificial. Mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita, cada fita kzat, cada fofoca de estúdio de música Lusofuna. 1 rurid conversel Pass. E te trago e te trago tudo isso sem perder a arma de quem não ouviu essas gravações na vitrola do pai. Isso é biografia Relâmpago, o boletim de aro sobre os ícones da música, que estão fazendo barulho agora mesmo. Hoje, Elza Soares, olha só, cu, olhe só. Ao preciso começar com 1 correção, porque a precisan le me religion, a notícia do documentário sobre eles estreando em dezembro de 2024. Não existe, que, o que existe é 1 coisa mais poderosa. O silêncio barulhento que Elza deixou quando partiu em 20 de janeiro de 2022, às 13 e 45 da tarde na casa dela no rio. Causas naturais, disseram. Como se houvesse algo natural na voz daquela se calara? Cara, doute a te contar, euza continua nas notícias mesmo sem estar aqui. Porque toda vez que 1 mulher negra pega 1 microfone nesse país, toda vez que alguém canta sobre fome, sobre violência, sobre resistência, Elsa está aí, Elsa está ali, e Ecodela não para. E é sobre isso que vamos falar hoje. Elza Gomes da Concecia nasceu em 23 de junho de 1930. La Villavinten, sou na oeste do rio. Favela, fome de verdade, casada aos 12 anos, 12, cara, manhã aos 13, viúva aos 31 com 5 filhos pra criar. A vida tentou moer Elsa antes dela virar Elza Soares. O número exato é esse. 1953. Programa de calouros do Ary Barroso na Rede Tupi. Elza sobe no palco, magra, desdentada com o vestido emprestado. Erey olha para ela solta. De que planeta você vem menina? A resposta entrou pra história da música brasileira, do planeta Fome seu Ari. E cantou, porra como cantou. O novo is knowtie comparaceon, rouca, Rasgada, mas como a precisão crítica que fazia os músicos do estúdio pararam pra prestar atenção. Louis Armstrong of woofer em 1961. E disse que ela era a maior cantora do mundo, não do Brasil, de mundo. Efita contou outra coisa, 35 discos ao longo da vida, 35, Começou no senba tradicional, passou pelo jazz, me doeu na Bossa Nova, se, Elsa gravou Bossa Nova, e ficou incrível. Depois veio a eletrônica, 1 Ipop. Em dos 1000 Duels, aos 72 anos, lançou do coquex até o pescoço com direção do Zé Miguel Visnik. 1 disco que deixou a molecada de 20 anos pra trás, mas a vida de Elza nunca foi só música, em 1962 conheceu Barrincha. O escândalo do século, disseram outros. 17 anos juntos, noiva e filhas no total, dela, dele, dos 2, porrada, álcool, tragédia. Em 1983, Garrincha morreu, e o mesmo olho filho deles, Garrinchina morreu o acidente de carro. Elza classe foi junto. Tem 1 história que poucos conhecem. 1983, Elza no fundo do poço, carreira parada, dinheiro 0, dor insuportável, ela pega o telefone, desculpe que Caetano Veloso está no hotel em São Paulo, e vai lá. Bate na porta do carto, Caetano abre, Caetano, me ajuda, e eu não sei mais cantar, Caetano Loria Parella, e diz, você não sabe não cantar, e não sabia mesmo, a década de 80 fui inferno, mas eu os atravessou. Nos anos 90, quando todo mundo achava que ele era passado, continuou gravando, nos 2000, quando a indústria inteira mudou, Elsa mudou junto, em dos meus 15, dos 15, dos 15, aos 85 anos, lançou a mulher do fim do mundo. Deixa repetir, aos 85 anos, Elza Soares, lançou 1 desviscos mais modernos, mais visquerais, mais necessários, da música brasileira do século 21, Maria da Vila Matilde virou hino contra a violência doméstica. A mulher do fim do mundo, é 1 manifesto, o disco painel prêmio de todos os lados, a crítica internacional pirou, e o último disco foi Planeta Fome, em 2019, The Circo se fechando, a menina do planeta fome, virando o próprio planeta. Atado os 20, antes da pandemia, Elza fazia show, 90 Winskara, subindo no palco, raçando a voz, botando moleque pra correr, 12 dias antes de morrer, gravou 1 DVD, por que os importa hoje? Por que continua nas conversas, nas playlists, nas referências, porque Elsa nunca fui só 1 cantora, foi 1 documento vivo do Brasil, Cada ruga no rosto dela, contava 1 história. Cada nota ruga que saía daquela garganta carregava ao peso, e a leveza de quem sobreviveu ao que não dá pra sobreviver. Enzo é a prova de que o talento não tem classe social, de que a fome pode parir beleza? De que 1 mulher negra da favela pode fazêlo e armou parar pra ouvir? De que aos 85 anos dá pra fazer 1 disco melhor que a domo de cada? De que a voz,…

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