Términos, luto e recomeço: por que a gente não deveria emendar um amor no outro?
Artikel konnten nicht hinzugefügt werden
Der Titel konnte nicht zum Warenkorb hinzugefügt werden.
Der Titel konnte nicht zum Merkzettel hinzugefügt werden.
„Von Wunschzettel entfernen“ fehlgeschlagen.
„Podcast folgen“ fehlgeschlagen
„Podcast nicht mehr folgen“ fehlgeschlagen
-
Gesprochen von:
-
Von:
Über diesen Titel
Términos são luto — mesmo quando a decisão é certa.
Nos últimos meses, uma sequência de términos de casais famosos reacendeu um tema que todo mundo conhece de perto: acabar um relacionamento dói. Não só pela perda da pessoa, mas da rotina, dos planos, das versões de si mesmo e até de um futuro que parecia combinado. Negação, raiva, tristeza, confusão e, só depois, aceitação fazem parte desse processo — e pular etapas costuma cobrar um preço alto da saúde mental.
A ciência já mostrou que vínculos são necessidade básica. Nosso sistema nervoso é programado para buscar conexão e segurança, e reagir com estresse à sensação de abandono. O problema é quando, na pressa de não ficar só, a gente troca elaboração por distração e emenda um amor no outro sem fechar o anterior.
Emendar relações pode aliviar a solidão por um tempo, mas geralmente impede o luto, o autoconhecimento e a cura emocional. O resultado aparece depois: repetição de padrões, dependência emocional e histórias novas carregando mochilas antigas.
Ficar sozinho por um período não é fracasso — é construção. Mas por que a gente confunde medo da solidão com vontade de amar? Terminar virou sinônimo de correr para o próximo… quando talvez fosse hora de olhar pra dentro.
