• COMO PERDURAR
    Jan 22 2026

    Mensagem 104 – COMO PERDURAR

    Leia Salmos 52.5-9. Se possível, chame sua família e faça deste momento um tempo de comunhão.

    “Deus também te esmagará para sempre; ele te arrebatará e te arrancará da tua habitação; e te eliminará da terra dos viventes. Os justos verão e temerão, e rirão dele, dizendo: Vede o homem que não fez de Deus o seu refúgio; pelo contrário, confiava em suas grandes riquezas e se fortalecia em sua perversidade. Mas eu sou como oliveira verde na casa de Deus; confio na bondade de Deus para sempre e eternamente. Para sempre te louvarei, pois fizeste isso, e proclamarei teu nome na presença dos teus santos, porque és bom.”

    A ruína certa daqueles que confiam em grandes riquezas e que se tornam poderosos pela destruição dos outros (v. 7) não é um enredo inventado por Hollywood nem um desejo fantasioso. Sabemos, no íntimo, que o julgamento um dia virá para aqueles que destroem os outros em benefício próprio... Por qual outro motivo os livros e filmes que retratam a vitória do desfavorecido sobre o opressor soariam tão verdadeiros? O sucesso com base no orgulho e na crueldade nunca perdura, mas confiar no amor leal e gracioso de Deus (v. 8), conhecê-lo em oração (v. 9) e estar enraizado na comunidade dos crentes (v. 9) é comparável a ser uma oliveira, uma das árvores mais longevas e perenes. É assim que se permanece ao longo do tempo.

    Nota da equipe: A carreira cristã se assemelha mais a uma maratona do que a uma corrida de velocidade em curta distância. São a persistência e a perseverança ao longo do tempo que se destacam como reveladoras da eleição de Deus a nosso respeito: os que são do Senhor permanecerão no caminho da justiça até se encontrarem com Jesus na Sua glória.

    Não significa dizer que todos os nossos dias serão de vitória, porque, à semelhança de uma árvore que enfrenta estações ruins, ataque de pragas, temporadas de menos frutos ou folhas, nós também enfrentaremos dias mais ou menos severos. A vida de muitos dos servos de Deus foi atribulada com perseguições, pobreza, tentações e lutas. Eles, contudo, permaneceram confiando em Deus: tanto o dia mau vem e passa quanto o dia bom vem e, igualmente, passa.

    Nossa comunhão com Deus deve ser forte, fundamentada e firmada na Palavra como a oliveira profundamente enraizada que, a seu tempo frutifica. Aprendamos, pela leitura da Palavra e meditação nela e pela oração, a aprofundar nosso coração na verdade do evangelho a fim de não vacilar, mesmo nos dias mais difíceis. O Senhor, reto juiz, nos dará lugar entre seus santos na glória, e essa será a recompensa eterna da nossa perseverança: a inigualável presença de nosso Amado Jesus!

    Vamos orar juntos? Senhor, a única segurança e proteção encontram-se em Ti – qualquer um que confie em estratagemas e engenhosidade próprios fracassará. Dá-me coragem e habilidade para advertir meus amigos que estão vivendo como se não necessitassem de Ti. Permita-me falar uma palavra que testemunhe do Teu amor leal. Amém!

    Você ouviu o devocional Caminho Diário. Nesta série, estamos adaptando o livro Os Cânticos de Jesus, de Timothy e Kathy Keller, publicado pela Editora Vida Nova, e complementando com notas de nossa equipe. Todas as citações bíblicas estão na Almeida Século 21. Você pode nos ouvir nos agregadores de áudio, como o Spotify, no Instagram e Youtube: é só pesquisar por “Devocional Caminho Diário”.

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  • Mensagem 103 - AMORES DESORDENADOS
    Jan 21 2026

    Mensagem 103 – AMORES DESORDENADOS

    Leia Salmos 52.1-4. Se possível, chame sua família e faça deste momento um tempo de comunhão.

    “Ó homem poderoso, por que te glorias na maldade? O amor fiel de Deus subsiste em todo o tempo. Ó tu, que usas de engano, tua língua maquina planos de destruição, como uma navalha afiada. Tu preferes a maldade em vez do bem e a mentira em lugar da verdade. Ó língua falsa, amas todas as palavras devoradoras.”

    Doegue, o edomita, havia caído nas graças do rei Saul ao delatar Davi e causar o massacre de toda uma comunidade de sacerdotes (1Sm 22.6-19). Davi confronta Doegue, com uma crítica ao seu caráter. “Gloriar-se” não diz respeito necessariamente à vanglória exterior, mas à presunção, ao desprezo dos outros, considerando-os tolos ingênuos e sem sofisticação. A arrogância sempre leva à crueldade. A língua de Doegue tornou-se como uma navalha afiada a destruir pessoas (v. 2). Porém, no contexto, a fonte de todo o mal consistia no amor desordenado do seu coração. Repetidamente, os versículos 3 e 4 dizem que aquilo que ele ama — com que sua imaginação está preenchida, o que o deleita e atrai — é prejudicar pessoas e acumular poder. Analise seus desejos. Eles lhe dizem pelo que você está vivendo e quem você realmente é.

    Nota da equipe: Vivemos em um tempo no qual somos estimulados a afirmar nossa identidade baseados em nossos impulsos, desejos e sentimentos. Observe, porém, um fato que testemunha contra isso: a maior parte dos elementos que nos definem não foi escolhida por nós, e até mesmo nosso nome, importante referência da nossa identidade, algo que carregaremos enquanto vivermos, foi escolhido por nossos pais sem que pudéssemos interferir nesta decisão. Logo, a autodeterminação é um engano.

    A Bíblia afirma que há caminhos que nos parecem retos, mas terminam em morte (Provérbios 14:12). Que terrível destino têm os que são guiados pelo próprio coração: ele é mau e enganoso, corrupto em suas escolhas (Jeremias 17:9). Ao mesmo tempo, é nesse coração que Deus escolhe habitar, mudando-o de um coração de pedra para outro flexível como carne, ou seja, de um coração intratável e teimoso em um aberto ao ensino, puro, obediente (Ezequiel 36:26).

    Precisamos crer no poder transformador do Espírito Santo e em Sua capacidade de atuar em todos os que se submetem ao Seu trabalhar. Há algo em você que a luz da Palavra identificou como um “amor à maldade”, um desejo pecaminoso? Não se glorie nisso, nem permita que a iniquidade seja definidora de sua identidade. Pelo contrário, apegue-se ao que a Bíblia afirma sobre você, ao que Deus deseja produzir em você e por meio de você. Confie que o plano de Deus para o homem é bom e perfeito, e testemunhe essa confiança por meio da obediência aos ensinamentos da Bíblia. Enquanto você caminha por esta decisão, seu ser experimentará a transformação que a Palavra denomina “santificação”.

    Vamos orar juntos? Senhor, permite-me conhecer o meu próprio coração. Ajuda-me a eliminar definitivamente qualquer autocomplacência e todas as tendências de desprezar as pessoas. Que eu invista meu tempo livre orando a Ti em vez de fantasiar sobre o meu sucesso. Lança fora de mim toda a jactância e vanglória, concedendo-me uma visão do Teu preciosíssimo amor que me mantenha humilde. Amém!

    Você ouviu o devocional Caminho Diário. Nesta série, estamos adaptando o livro Os Cânticos de Jesus, de Timothy e Kathy Keller, publicado pela Editora Vida Nova, e complementando com notas de nossa equipe. Todas as citações bíblicas estão na Almeida Século 21. Você pode nos ouvir nos agregadores de áudio, como o Spotify, no Instagram e Youtube: é só pesquisar por “Devocional Caminho Diário”.

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  • Mensagem 102 – A ELOQUÊNCIA DO QUEBRANTAMENTO
    Jan 20 2026

    Leia Salmos 51.14-19. Se possível, chame sua família e faça deste momento um tempo de comunhão.

    “Ó Deus, Deus da minha salvação, livra-me dos crimes de sangue, e minha língua cantará alegremente tua justiça. Senhor, abre meus lábios, e minha boca proclamará teu louvor. Pois não tens prazer em sacrifícios e não te agradas de holocaustos, do contrário, eu os ofereceria a ti. Sacrifício aceitável para Deus é o espírito quebrantado; ó Deus, tu não desprezarás o coração quebrantado e arrependido. Faze o bem a Sião, segundo tua boa vontade; edifica os muros de Jerusalém. Então te agradarás de sacrifícios de justiça, dos holocaustos e das ofertas queimadas; então serão oferecidos novilhos sobre teu altar.”

    O que é o coração quebrantado e contrito que Deus tanto deseja (v. 17)? É um coração que sabe quão pouco merece, e ainda assim quanto tem recebido. Conhecer apenas a primeira verdade é cair na autodepreciação; conhecer apenas a segunda é tornar-se presunçoso; e ambos os tipos de coração serão egocêntricos. Davi está falando, ao contrário, de corações quebrantados pela graça valiosa e gratuita —sabendo, simultaneamente, quão perdidos e quão amados somos. Isso nos tira de nós mesmos, libertando-nos da necessidade constante de olharmos para nós. Quando nossos lábios são abertos, não falamos a nosso respeito, mas do louvor a Deus (v. 15).

    Nota da equipe: Quão precioso é viver a vida cristã equilibrada sobre estas duas verdades: somos pecadores indignos ao mesmo tempo que somos justificados e aceitos como santos pelo próprio Deus por meio de Jesus Cristo. As duas afirmações são igualmente verdadeiras e igualmente poderosas!

    O pacto da Antiga Aliança exigia sacrifício de sangue para aplacar — temporariamente — a ira de Deus e desviá-la do pecador. Era como “sombras”, símbolos, que apontavam para o sacrifício perfeito a ser executado uma única vez por Jesus, que foi ao mesmo tempo o sacerdote e a oferta na cruz do Calvário. Hoje, a santa ira de Deus está perfeitamente satisfeita e pacificada pelo sacrifício de Jesus na cruz. O capítulo dez de Hebreus nos traz estas afirmações com profundidade ímpar, e recomendamos que você procure lê-lo ao terminar este devocional. Qual será o resultado? Sua fé será mais fortalecida para louvar a Deus!

    Quanto mais conhecemos e cremos nessas duas verdades, mais intenso e verdadeiro é nosso louvor e mais glorificado Deus será em nossa vida. John Piper, em sua obra clássica “Em Busca de Deus”, afirma que “O louvor é o transbordamento da alegria que temos em Deus, e essa alegria está fundamentada no conhecimento de quem Ele é e do que Ele fez por nós em Cristo.” Quando Deus, em Sua misericórdia, nos revela Sua obra, nossa língua canta alegremente, nossos lábios são abertos e o louvor a Ele é proclamado. O autor de Hebreus nos lembra que os sacrifícios que hoje oferecemos a Deus são nosso louvor, “que é fruto dos lábios que declaram publicamente o seu nome”, e continua: “mas não vos esqueçais de fazer o bem e de repartir com os outros, porque Deus se agrada de tais sacrifícios” (Hebreus 13:15-16).

    Quanto mais reconhecemos a grandiosidade do perdão que nos alcançou, mais amamos a Jesus e mais desejamos que Ele seja conhecido por outros. O louvor é a linguagem natural daqueles que se percebem acolhidos por Deus (Lucas 7:47).

    Oração: Senhor, cria em mim o verdadeiro quebrantamento – não as falsificações do desânimo, da amargura ou do desespero. Permite-me entender o que significa ser livre da necessidade de me defender, de sempre apegar-me à minha dignidade, e de sempre sofrer pelo fato de ter sido desprezado. Dá-me a paz tranquila de um espírito quebrantado. Amém!

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  • Mensagem 101 – A IMPORTÂNCIA DA ALEGRIA
    Jan 20 2026

    Mensagem 101 – A IMPORTÂNCIA DA ALEGRIA

    Vamos ler e meditar juntos em Salmos 51.10-13. Se possível, chame sua família e faça deste momento um tempo de comunhão.

    “Ó Deus, cria em mim um coração puro e renova em mim um espírito inabalável. Não me expulses da tua presença, nem retires de mim o teu Santo Espírito. Restitui-me a alegria de tua salvação e sustenta-me com um espírito obediente. Então ensinarei teus caminhos aos transgressores, e pecadores se converterão a ti.”

    “Restitui-me a alegria da tua salvação” é uma oração que deveríamos fazer frequentemente. A Bíblia ordena que nos alegremos em Deus (Fp 4.4). Trata-se de um mandamento não apenas para experimentarmos uma emoção, mas para nos lembrarmos de uma forma tão disciplinada de tudo o que temos em Cristo a ponto de sua grandiosidade irromper em nosso coração. É pecado ser menos do que alegre diante do que Deus tem feito em nossa vida. Além disso, não podemos ministrar aos outros a não ser que o façamos a partir da nossa própria alegria. Nossas palavras serão duras, rudes, indiferentes ou distantes, a menos que transbordemos com a alegria de conhecer que somos bens preciosos de Deus, comprados por alto preço.

    Nota da equipe: Esta alegria que nós, redimidos por Jesus, temos o direito de experimentar excede todo o entendimento, pois é cheia de paz. Deus não está irado conosco, porque Jesus selou, com sua obra na cruz, uma nova aliança entre nós e o Pai. Rememorar isso — ou seja, lembrar que fomos salvos por Jesus e que podemos desfrutar dos benefícios de seu penoso trabalho, o qual nunca seríamos capazes de realizar! — deve renovar nossa esperança e alimentar alegria genuína em tudo que fizermos.

    Algo que procuramos realizar não saiu como imaginávamos? Podemos nos empenhar outra vez, porque Deus é favorável a nós! Cometemos um pecado? Não precisamos ficar remoendo e lamentando; antes, devemos tomar o sangue de Cristo sobre nós e retomar o combate frente às tentações. Falhamos em nossa vida devocional por um dia? Recomecemos de onde paramos, porque a Porta da Graça está aberta e o Trono da Graça acessível.

    Neste dia, exercite a disciplina de se alegrar na salvação que Cristo nos proveu!

    Vamos orar juntos? Senhor, não quero que meu coração fique demasiado abatido por minhas decepções e perdas, mas é difícil. Envia Teu Espírito para falar ao meu coração sobre os bens e glórias surpreendentes que tenho e terei em Ti. Amém!Você ouviu o devocional Caminho Diário. Nesta série, estamos adaptando o livro Os Cânticos de Jesus, de Timothy e Kathy Keller, publicado pela Editora Vida Nova, e complementando com notas de nossa equipe. Todas as citações bíblicas estão na Almeida Século 21. Você pode nos ouvir nos agregadores de áudio, como o Spotify, no Instagram e Youtube: é só pesquisar por “Devocional Caminho Diário”.Se você quer contribuir com este trabalho, compartilhe com seus amigos e familiares. Ore por nós e até o próximo devocional.


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  • O PECADO CRIA UM REGISTRO
    Dec 19 2025

    Olá! Bem-vindo ao Devocional Caminho Diário! Separe este tempo para aprender com os Salmos. Vamos caminhar juntos?

    Mensagem 100 – O PECADO CRIA UM REGISTRO

    Leia e medite em Salmos 51.5–9:
    “Eu nasci em iniquidade, e em pecado minha mãe me concebeu. Tu desejas que a verdade esteja no íntimo; no coração me ensinas a sabedoria. Purifica-me com hissopo, e ficarei limpo; lava-me, e ficarei mais branco do que a neve. Faze-me ouvir júbilo e alegria, para que se regozijem os ossos que esmagaste. Esconde teu rosto dos meus pecados e apaga todas as minhas iniquidades.”

    Nos versículos 1 e 9, Davi pede que seus pecados sejam “apagados”. Isso significa, literalmente, eliminar o que foi escrito em um livro. O pecado cria um registro objetivo — uma dívida, uma ofensa contra a justiça — que exige punição. Diante da culpa comprovada, a justiça não pode fechar os olhos para o crime. A sentença deve ser executada, e o registro do réu só pode ser limpo após o cumprimento integral da pena. Como, então, pode Deus apagar o pecado de Davi sem fulminá-lo, o que corresponderia à pena justa por todas as suas ações pecaminosas? Apenas no Novo Testamento aprendemos quanto custou a Jesus “cancelar o escrito de dívida, que era contra nós”.

    Nota da equipe: Ser concebido em pecado, aqui, não significa que a mãe ou o pai de Davi tenham cometido algum pecado no ato de gerá-lo. A expressão reflete a condição natural de todos os seres humanos: “todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus”. Não estamos nessa condição por nossas ações erradas e imperfeitas, mas porque herdamos a natureza pecaminosa de nosso primeiro pai, Adão. Não nascemos puros, bondosos e justos para, em seguida, sermos corrompidos pelo ambiente; pelo contrário, já nascemos rebeldes contra Deus, espiritual e moralmente caídos. O estado de depravação do homem é total e inescapável. Assim como na história de Davi, a tentativa de ocultar uma primeira injustiça leva ao cometimento de outro pecado, em uma espiral da qual é impossível escapar sem intervenção do alto.

    Deus visitou Davi em sua iniquidade, exortando-o por meio das palavras do profeta Natã, para lembrá-lo de que estavam sob aliança. Que grande gesto de amor fiel! Ao admitir que não possuía justiça própria, nem capacidade de superar por si só a mácula de tão grande ato pecaminoso, Davi roga por graça, misericórdia e perdão. Ele sabia que somente Deus poderia restaurá-lo; unicamente Ele poderia apagar a dívida e purificá-lo. Ele não tentaria um sacrifício de apaziguamento nem holocausto exterior sem antes confessar diretamente a Deus sua condição pecaminosa e reencontrar a paz na presença do Senhor.

    Isso é arrependimento real, completo. Que precioso modelo a Bíblia nos apresenta! Que sejamos assim, integrais e honestos ao confessar nossas iniquidades. Louvado seja o Senhor!

    Oração: Pai, Tu podes esconder o Teu rosto dos meus pecados porque Jesus os levou sobre Si na cruz. Contudo, desprezo o sacrifício de Cristo quando procuro acrescentar algo à Sua obra, punindo a mim mesmo. Ajuda-me a honrar-Te crendo que fui perdoado. Amém!

    Este devocional é uma adaptação de Os Cânticos de Jesus, de Timothy e Kathy Keller, da Editora Vida Nova, com notas adicionais da nossa equipe. Todas as leituras e citações estão na Almeida Século 21. Siga o Caminho Diário nas redes sociais e compartilhe esta palavra.

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    6 Min.
  • O PECADO COMO TRAIÇÃO
    Dec 18 2025

    Olá! Bem-vindo ao Devocional Caminho Diário! Separe este tempo para aprender com os Salmos. Vamos caminhar juntos?Mensagem 99 – O PECADO COMO TRAIÇÃOLeia e medite em Salmos 51.1–4:“Ó Deus, compadece-te de mim, segundo teu amor; apaga minhas transgressões, por tuas grandes misericórdias. Lava-me completamente da minha iniquidade e purifica-me do meu pecado. Pois reconheço minhas transgressões, e meu pecado está sempre diante de mim. Pequei contra ti, e contra ti somente, e fiz o que é mau diante dos teus olhos; por isso tua sentença é justa, e teu julgamento é puro.”Nota da equipe: O Salmo 51 é uma das orações de arrependimento e confissão mais sinceras da Bíblia. Nele vemos o rei de Israel rasgar seu coração, clamando por misericórdia a Deus, sem nenhuma tentativa de se justificar ou de atribuir culpa a outrem pela transgressão. A poesia é bela e profunda, ainda que originada de uma história trágica de pecado, abuso de poder e ação perversa de um dos personagens mais amados das Escrituras. Conforme relato de 2 Samuel 11, Davi vê uma bela mulher chamada Bate-Seba e a cobiça. Ele então ordena que esta seja trazida à sua presença, mesmo tendo sido informado de que era mulher de Urias, um dos seus soldados mais leais. Aos pecados da cobiça e adultério, Davi acrescenta a traição e o homicídio: para ocultar a gravidez daquela mulher, ele ordena a Joabe, seu general, que colocasse Urias na frente de batalha onde a luta fosse mais violenta e o deixasse desamparado, para que fosse ferido e morto. Tudo isso desagradou ao Senhor.Depois que o profeta Natã proferiu um dos sermões mais poderosos de que se tem registro, a confissão de Davi a Deus é radical e intensa. Ele conclui que havia ofendido mais que a Urias, a Bate-Seba, ou ao povo: ele havia pecado contra Deus. Natã diz que Davi desprezou o Senhor em seu desejo desenfreado e deu motivo para os inimigos de Deus blasfemarem. Davi profanou a aliança, agindo como os governantes das nações pagãs, e não como o rei amado e eleito por Deus para seu povo igualmente escolhido. Nada resta a Davi senão admitir que a sentença de Deus é justa e que seu julgamento é puro.Os cristãos estão inseridos na aliança que Deus tem com seu povo no Novo Testamento, firmada pelo sangue de Jesus. Desse modo, ao pecar, estamos desprezando Cristo, seu sangue e seu sacrifício. Embora diferentes pecados tenham consequências distintas — maiores ou menores dependendo do dano que causam ao próximo ou a nós mesmos —, todo pecado ofende a Deus e ao pacto que nos redimiu. Pecar deliberada e perversamente, à semelhança de Davi, é mais que simplesmente errar: é ferir a santidade de Deus e desonrar a escolha d’Ele a nosso respeito. É dar motivo para os adversários do Senhor difamarem e maldizerem o povo santo.Precisamos ser impactados pela profundidade e malignidade do pecado, para que a nossa confissão a Deus seja cabal e o arrependimento, genuíno, seguidos de completo abandono de todo caminho mau. A graça não pode ser considerada levianamente, como um dom inútil, destituído de propósito ou valor.Oração: Senhor, quando peco contra o próximo — e até contra mim mesmo — estou, em última análise, pecando contra Ti, porque todos nós Te pertencemos e somos Teus amados. Ao pecar, não apenas violo Tuas leis, mas pisoteio Teu coração e desprezo Teu sacrifício na cruz. Ajuda-me a compreender essa verdade, pois ela me impele não apenas a reconhecer e admitir os meus pecados, mas a abandoná-los. Amém!Este devocional é uma adaptação de Os Cânticos de Jesus, de Timothy e Kathy Keller, da Editora Vida Nova, com notas adicionais da nossa equipe. Todas as leituras e citações estão na Almeida Século 21. Siga o Caminho Diário nas redes sociais e compartilhe esta palavra.📲 Grupo exclusivo no WhatsApp: https://chat.whatsapp.com/G9pSY2yCSla0qsqXxwFLsG▶️ Canal no YouTube: https://www.youtube.com/@devocionalcaminhodiario🌐 Perfil do Instagram: https://www.instagram.com/devocionalcaminhodiario

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    5 Min.
  • RELIGIÃO HIPÓCRITA
    Dec 17 2025

    Olá! Bem-vindo ao Devocional Caminho Diário! Separe este tempo para aprender com os Salmos. Vamos caminhar juntos?

    Mensagem 98 – RELIGIÃO HIPÓCRITA

    Leia e medite em Salmos 50:
    “Mas Deus diz ao ímpio: Que te adianta recitar meus estatutos e repetir minha aliança com a tua boca, visto que odeias a correção e lanças minhas palavras para longe de ti? Quando vês um ladrão, tu gostas dele; e te associas com os adúlteros. Abres a tua boca com perversidade, e a tua língua arma traição. Tu sentas para falar contra teu irmão; difamas o filho de tua mãe. Tu tens feito essas coisas, e eu me calei; na verdade, pensavas que eu era como tu; mas eu te interrogarei e colocarei tudo na tua presença. Considerai isto, vós que vos esqueceis de Deus: para que eu não vos despedace, sem que ninguém vos possa livrar. Aquele que oferece sacrifício de ação de graças me glorifica; e mostrarei a salvação de Deus ao que atenta para seus atos.”

    O segundo motivo pelo qual Deus repreende seu povo é a profissão doutrinária de fé sem mudança de vida. Alguns participam do culto semanalmente e professam uma fé ortodoxa, mas se envolvem em roubo, adultério, calúnia e difamação, baseados em um conceito pequeno demais sobre Deus: “pensavas que eu era como tu”. O julgamento é severo, mas o evangelho anuncia que Jesus o tomou sobre si. Ele foi despedaçado — açoitado, traspassado, pregado no madeiro e coroado de espinhos — para nos livrar. Aqueles que confiam em Cristo manifestam uma vida de gratidão que honra a Deus e torna visível a salvação. Ninguém verdadeiramente salvo pela graça mediante a fé permanece inalterado; a fé viva produz frutos de amor a Deus e ao próximo.

    Nota da equipe: O detalhe surpreendente é que os ímpios aqui descritos conhecem a lei do Senhor e recitam a aliança, porém sem amor pela Palavra nem gratidão. Onde está a admiração deles? No ladrão, no adúltero, na perversidade. Tornamo-nos semelhantes ao que admiramos, ainda que por associação: não roubam, mas gostam do ladrão; não adulteram, mas se associam aos traidores; repetem os estatutos e, com a mesma boca, difamam o irmão.
    O que temos admirado? O que nos acende os olhos? Invejamos a ousadia e o aparente sucesso dos iníquos? Precisamos pedir ao Senhor que nos ensine a amar a disciplina, a verdade e a justiça. As recompensas do pecado são passageiras, vazias e instáveis, e carregam consequências graves já no presente. O salário do pecado é a morte — não apenas o juízo final, mas as muitas pequenas mortes e rupturas que acompanham a vida sem temor do Senhor.

    Oração:
    Senhor, posso não roubar nem cometer adultério, mas reconheço que minha língua distorce a verdade e fere com maledicências. Confesso que não sou transformado como deveria pelas verdades do evangelho que professo crer. Revela-me as lacunas específicas entre minha fé e minha prática e capacita-me a fechá-las pela Tua graça. Amém!

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  • RELIGIÃO SUPERFICIAL
    Dec 16 2025

    Olá! Bem-vindo ao Devocional Caminho Diário! Separe este tempo para aprender com os Salmos. Vamos caminhar juntos?

    Mensagem 97 – RELIGIÃO SUPERFICIAL

    Leia e medite em Salmos 50.7–15:
    “Ouve, povo meu, e falarei; ó Israel, ouve, e testemunharei contra ti; eu sou Deus, o teu Deus. Não te repreendo por teus sacrifícios, pois teus holocaustos são apresentados a mim constantemente. Não aceitarei novilho da tua casa, nem bodes dos teus currais. Porque todo animal da floresta é meu, assim como o gado, aos milhares nas montanhas. Conheço todas as aves dos montes, e tudo o que se move no campo é meu. Se eu tivesse fome, não te pediria, pois o mundo é meu e tudo que nele existe. Comerei a carne de touros? Beberei o sangue de bodes? Oferece sacrifício de ação de graças a Deus e cumpre teus votos ao Altíssimo. Invoca-me no dia da angústia; eu te livrarei, e tu me glorificarás.”

    Deus repreende seu povo por dois motivos. O primeiro, que vemos aqui, é a religiosidade aparente sem mudança interior do coração. Os versículos 8 a 13 descrevem pessoas que, com seus sacrifícios de adoração, acreditam estar prestando favor a Deus. Isso é moralismo: a ideia de que com nossa vida ética e observância religiosa podemos colocar Deus em dívida conosco. Pelo contrário, a alegria plena de gratidão por nossa salvação imerecida e pela graça deveria motivar tudo que fazemos (v. 14,15). Examine seu coração. Você entende que Deus lhe deve uma vida melhor? A sua obediência é uma tentativa de obter o favor de Deus ou uma resposta de amor a quem Ele é e ao que Ele fez?

    Nota da equipe: Este Salmo é um dos mais impactantes textos sobre a verdadeira adoração na Bíblia e contém uma advertência direta ao povo de Deus. Os céus e a terra são convocados como testemunhas do que precisa ser corrigido nos santos. Deus não deseja carne e sangue, holocaustos e sacrifícios, porque Ele já possui todos os seres vivos. Deus requer de nós gratidão sincera, obediência e confiança, espírito quebrantado e arrependimento genuíno, prática da justiça e da misericórdia, humildade diante de Deus e adoração em espírito e em verdade — não apenas rituais exteriores.
    Quando somos iluminados pela Palavra, cabe-nos arrepender-nos e praticá-la. Talvez a vida cristã que levamos — tão cheia de ativismo, compromissos e eventos — esteja nos ocupando a ponto de negligenciarmos a adoração simples e devotada ao Senhor. Passamos a confiar na força do nosso braço, na capacidade organizacional e em muitos recursos que, embora úteis, tornam-se vazios sem mãos santas e um coração verdadeiramente rendido. Haverá limites para todos esses meios, mas nunca para a capacitação que vem do alto.
    O Senhor nos chama de volta ao primeiro amor e à fé viva. Não se trata de abandonar o estudo ou o esforço diligente, mas de priorizar a oração, a comunhão com Deus e a contemplação das virtudes de Cristo. Isso amadurece mente e coração, tornando-nos úteis diante do Senhor.

    Oração:
    Senhor, não posso dar-Te nada sem lembrar-me de que tanto o desejo quanto o poder de dar-Te vêm de Ti. Nunca poderei colocar-Te em dívida comigo. Por causa da obra redentora de Cristo, já não pertenço a mim — fui comprado por preço. Que esse entendimento me livre de toda murmuração e autopiedade. Amém!

    Este devocional é uma adaptação de Os Cânticos de Jesus, de Timothy e Kathy Keller, da Editora Vida Nova, com notas adicionais da nossa equipe. Todas as leituras e citações estão na Almeida Século 21. Siga o Caminho Diário nas redes sociais e compartilhe esta palavra.

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