• 20 de Fevereiro - Maravilhado com a ressurreição
    Feb 20 2025
    Maravilhado com a ressurreição
    Amados, esta é, agora, a segunda epístola que vos escrevo; em ambas, procuro despertar com lembranças a vossa mente esclarecida. (2 Pedro 3.1)
    À medida que a Páscoa se aproxima, vamos despertar nossa gratidão, alegria, admiração e maravilha pelo que a ressurreição de Jesus significa para nós. A maldição de nossa natureza caída é que aquilo que uma vez nos emocionou torna-se comum. A realidade não mudou. Nós mudamos.
    É por isso que a Bíblia existe. Pedro diz que suas duas cartas são escritas para “estimular” ou “despertar” por meio de “lembranças”.
    Então, despertemos nossas mentes esclarecidas por meio de lembranças.
    O que Deus fez ao ressuscitar Jesus dentre os mortos? Aqui estão algumas respostas bíblicas.
    Por causa da ressurreição de Jesus, nós nascemos de novo para uma viva esperança.
    1 Pedro 1.3: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos”.
    Por causa da ressurreição de Jesus, ele agora tem a glória para a qual nós fomos criados. Nosso destino final é vê-lo como ele é.
    1 Pedro 1.21: “Deus... o ressuscitou dentre os mortos e lhe deu glória”.
    João 17.5, 24: “E, agora, glorifica-me, ó Pai, contigo mesmo, com a glória que eu tive junto de ti, antes que houvesse mundo... Pai, a minha vontade é que onde eu estou, estejam também comigo os que me deste, para que vejam a minha glória que me conferiste, porque me amaste antes da fundação do mundo”.
    Que o Senhor Jesus ressurreto desperte a sua mente esclarecida para novas profundezas de adoração, fidelidade e alegria.
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  • 19 de Fevereiro - O tipo de frio que mata
    Feb 19 2025
    O tipo de frio que mata. Ele envia as suas ordens à terra, e sua palavra corre velozmente. (Salmo 147.15)

    Hoje à noite, estará 4 graus mais quente em nosso freezer da cozinha do que aqui fora em Minneapolis. A temperatura mais elevada amanhã será de 20 graus abaixo de zero. Nós recebemos isso da mão do Senhor.
    Ele envia as suas ordens à terra, e
    Sua palavra corre velozmente;
    Dá a neve como lã e
    Espalha a geada como cinza.
    Ele arroja o seu gelo em migalhas;
    Quem resiste ao seu frio?
    Manda a sua palavra e o derrete;
    Faz soprar o vento, e as águas correm.
    (Salmo 147.15-18)
    Esse é o tipo de frio com o qual você não brinca. Ele mata.
    Quando vim para Minnesota da Carolina do Sul, eu me vesti para o frio. Porém, não preparei os equipamentos de primeiros socorros em caso de uma falha mecânica.
    Um domingo à noite, no caminho de casa vindo da igreja, em meio a esse tipo de frio, meu carro quebrou. Isso foi antes dos telefones celulares. Eu tinha duas crianças pequenas no carro.
    Não havia ninguém nesta estrada. De repente eu percebi que isso era perigoso.
    Em breve isso seria muito perigoso. Ninguém veio.
    Eu vi, a distância, a cerca de uma casa. Eu sou o pai. Este é o meu trabalho. Pulei a cerca, corri até a casa e bati na porta. Eles estavam em casa. Eu expliquei que tinha uma esposa e duas crianças pequenas no carro, e perguntei se eles nos deixariam entrar. Eles permitiram.
    Esse é um tipo de frio com o qual você não brinca.
    Essa é mais uma forma de Deus dizer: “Esteja quente ou frio, alto ou profundo, afiado ou sem corte, barulhento ou silencioso, iluminado ou escuro... Não brinque comigo. Eu sou Deus. Eu fiz todas essas coisas. Elas falam sobre mim, assim como as brisas quentes do verão, as chuvas leves, as noites agradáveis e iluminadas pela Lua, a movimentação à beira do lago, os lírios do campo e as aves do céu”.
    Há uma palavra para nós nesse frio. Que o Senhor nos dê pele para sentir e ouvidos para ouvir.
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  • 18 de Fevereiro - Quando você é imortal
    Feb 18 2025
    Quando você é imortal. Quando amanheceu, os judeus se reuniram e, sob anátema, juraram que não haviam de comer, nem beber, enquanto não matassem Paulo. (Atos 23.12)

    E sobre aqueles companheiros famintos que prometeram não comer até que matassem Paulo?
    Lemos a respeito deles em Atos 23.12: “Quando amanheceu, os judeus se reuniram e, sob anátema, juraram que não haviam de comer, nem beber, enquanto não matassem Paulo”. Isso não funcionou. Por quê? Porque uma série de eventos improváveis ​​aconteceu.
    • Um rapaz ouviu a trama.
    • O menino era filho da irmã de Paulo.
    • O menino teve a coragem de ir até o centurião romano que guardava Paulo.
    • O centurião acreditou nele e o levou ao comandante.
    • O comandante creu nele e preparou “duzentos soldados, setenta de cavalaria e duzentos lanceiros” para guardarem Paulo.
    Altamente improvável. Estranho. Mas, foi o que aconteceu.
    O que os homens famintos que estavam em emboscada não sabiam? Eles não consideraram o que acontecera com Paulo pouco antes de fazerem a sua trama. O Senhor havia aparecido a Paulo na prisão e dito: “Coragem! Pois do modo por que deste testemunho a meu respeito em Jerusalém, assim importa que também o faças em Roma” (Atos 23.11).
    Cristo disse que Paulo deveria ir para Roma. E assim aconteceu. Nenhuma emboscada pode resistir à promessa de Cristo. Até que chegasse a Roma, Paulo era imortal. Havia um testemunho final a ser dado. E Cristo cuidaria de que Paulo o desse.
    Você também tem um testemunho final para dar. E você é imortal até que o dê.
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  • 17 de Fevereiro - Os doces desígnios de Deus
    Feb 17 2025
    Os doces desígnios de Deus. Quando, porém, ao que me separou antes de eu nascer e me chamou pela sua graça... (Gálatas 1.15)

    Reflita sobre a conversão de Paulo, a soberania de Cristo e a relação dos pecados de Paulo com a sua salvação.
    Paulo disse: Deus “me separou antes de eu nascer”. E então, no caminho de Damasco “me chamou pela sua graça” (Gálatas 1.15). Isso significa que, entre o nascimento de Paulo e seu chamado no caminho de Damasco, ele era um instrumento de Deus já escolhido, porém ainda não chamado (Atos 9.15; 22.14).
    Isso indica que Paulo estava batendo, aprisionando e assassinando cristãos como um missionário escolhido por Deus, que em breve seria feito um cristão.
    “Ora, aconteceu que, indo de caminho e já perto de Damasco, quase ao meio-dia, repentinamente, grande luz do céu brilhou ao redor de mim. Então, caí por terra, ouvindo uma voz que me dizia: Saulo, Saulo, por que me persegues?” (Atos 22.6-7).
    Não havia como negar ou fugir. Deus o havia escolhido para isso antes dele nascer. E agora Deus o tomaria para si. A palavra de Cristo foi soberana. Não houve negociação.
    Levanta-te, entra em Damasco, pois ali te dirão acerca de tudo o que te é ordenado fazer (Atos 22.10).
    Damasco não era a vontade final e livre de Paulo cedendo a Cristo após décadas de vão esforço divino para salvá-lo. Deus teve um tempo para escolhê-lo (antes dele nascer) e um tempo para chamá-lo (no caminho de Damasco). Paulo cedeu quando Deus chamou.
    Logo, os pecados que Deus permitiu entre o nascimento de Paulo e seu chamado eram parte do plano, já que Deus poderia ter agido antes como o fez em Damasco.
    Nós temos alguma ideia de qual deve ter sido o plano para esses pecados? Sim. Eles foram permitidos por você e por mim — por todos os que temem ter pecado a ponto de serem excluídos da graça. Aqui está a forma como Paulo relaciona os pecados dele a você:
    “A mim, que, noutro tempo, era blasfemo, e perseguidor, e insolente. Mas obtive misericórdia... por esta mesma razão, me foi concedida misericórdia, para que, em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade, e servisse eu de modelo a quantos hão de crer nele para a vida eterna” (1 Timóteo 1.13, 16).
    Oh, quão doces são os desígnios de Deus na soberana salvação dos pecadores endurecidos!
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  • 16 de fevereiro – Quando a obediência parece impossível
    Feb 16 2025
    Quando a obediência parece impossível. Pela fé, Abraão, quando posto à prova, ofereceu Isaque. (Hebreus 11.17)

    Exatamente agora, para muitos de vocês, a obediência é semelhante ao fim de um sonho; para outros isso ainda está por acontecer. Você sente que se fizer o que a Palavra de Deus ou o Espírito de Deus está lhe chamando para fazer, isso o tornará miserável, e que não há nenhuma forma pela qual Deus faça isso cooperar para o bem.
    Talvez a ordem ou chamado de Deus que você ouve agora é ficar casado ou solteiro, permanecer nesse emprego ou deixá-lo, ser batizado, falar no trabalho sobre Cristo, recusar comprometer seus padrões de honestidade, confrontar uma pessoa em pecado, tentar uma nova vocação, ser um missionário. E como você vê em sua mente limitada, a perspectiva de fazer isso é terrível — é como a perda de Isaque.
    Você considerou todos os ângulos humanos e é impossível que isso ocorra bem.
    Agora, você sabe como foi para Abraão. Esta história está na Bíblia para você.
    Você deseja a Deus, seu caminho e suas promessas mais do que qualquer coisa, e crê que ele pode honrar e honrará a sua fé e obediência, não se envergonhando de chamar-se de seu Deus e usando toda a sua sabedoria, poder e amor para transformar o caminho da obediência no caminho da vida e alegria?
    Essa é a crise que você enfrenta agora: Você o deseja? Você confiará nele? A palavra de Deus para você é: Deus é digno e Deus é capaz.
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  • 15 de Fevereiro - Cada passo ao Calvário era amor
    Feb 15 2025
    Cada passo ao Calvário era amor

    Nisto conhecemos o amor: que Cristo deu a sua vida por nós. (1 João 3.16)
    O amor de Cristo por nós em sua morte era tão consciente quanto seu sofrimento era intencional. Se ele foi voluntário em dar a sua vida, isso foi por nós. Isso era amor.
    “Ora, antes da Festa da Páscoa, sabendo Jesus que era chegada a sua hora de passar deste mundo para o Pai, tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até ao fim” (João 13.1).
    Cada passo no caminho do Calvário significava: “Eu te amo”.
    Assim, sentir o amor de Cristo ao entregar a sua vida, ajuda-nos a ver como isso era completamente intencional.
    Veja o que Jesus disse logo após aquele violento momento em que Pedro tentou cortar a cabeça do servo, mas cortou apenas a orelha.
    “Então, Jesus lhe disse: Embainha a tua espada; pois todos os que lançam mão da espada à espada perecerão. Acaso, pensas que não posso rogar a meu Pai, e ele me mandaria neste momento mais de doze legiões de anjos? Como, pois, se cumpririam as Escrituras, segundo as quais assim deve suceder?” (Mateus 26.52-54).
    Uma coisa é dizer que os detalhes da morte de Jesus foram preditos no Antigo Testamento. Porém, uma coisa muito maior é dizer que o próprio Jesus estava fazendo suas escolhas precisamente para que as Escrituras fossem cumpridas.
    Isso é o que Jesus disse que estava fazendo em Mateus 26.54. “Eu poderia escapar desta miséria, mas como, pois, se cumpririam as Escrituras, segundo as quais assim deve suceder?”.
    Eu não estou escolhendo seguir o caminho que eu poderia tomar, porque eu conheço as Escrituras. Eu sei o que deve acontecer. É minha escolha cumprir tudo o que está predito sobre mim na Palavra de Deus.
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  • 14 de Fevereiro - Cristo como meio e fim
    Feb 14 2026
    Cristo como meio e fim

    Estou crucificado com Cristo; logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim. (Gálatas 2.19-20)
    Por que Deus criou o universo, e por que ele o governa do modo como o faz? O que Deus está realizando? Jesus Cristo é um meio para esse propósito ou o fim desse propósito?
    Jesus Cristo é a suprema revelação de Deus. Ele é Deus em forma humana. Como tal, ele é o fim, não um meio.
    A manifestação da glória de Deus é o sentido do universo. Isso é o que Deus está realizando. Os céus e a história do mundo estão “proclamando a glória de Deus”.
    Porém, Jesus Cristo foi enviado para realizar algo que precisava ser feito. Ele veio para remediar a queda. Ele veio para salvar os pecadores da inevitável destruição por causa do pecado deles. Esses redimidos verão, provarão e evidenciarão a glória de Deus com alegria eterna.
    Outros continuarão a desprezar a glória de Deus. Portanto, Jesus Cristo é o meio para o que Deus quis realizar na manifestação da sua glória para o deleite do seu povo.
    Mas, na consumação na cruz, enquanto morria pelos pecadores, Cristo revelou supremamente o amor e a justiça do Pai. Esse foi o ápice da revelação da glória de Deus: a glória da sua graça.
    Portanto, no exato momento de seu ato perfeito como o meio do propósito de Deus, Jesus se tornou o fim desse propósito. Ao morrer no lugar dos pecadores e ao ressuscitar para a vida deles, ele se tornou a revelação central e suprema da glória de Deus.
    Assim, Cristo crucificado é o meio e o fim do propósito de Deus no universo.
    Sem a sua obra, esse fim de revelar a plenitude da glória de Deus para o deleite do povo de Deus não teria acontecido.
    E enquanto agia como meio, ele se tornou o fim — aquele que para todo o sempre será o foco da nossa adoração, enquanto passarmos a eternidade vendo e provando cada vez mais do que ele revelou de Deus quando se tornou uma maldição por nós.
    Jesus é o fim pelo qual o universo foi criado e o meio que torna esse fim possível de ser desfrutado.
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  • 13 de Fevereiro - A cidade perfeita
    Feb 13 2026
    A cidade perfeita

    Deus... lhes preparou uma cidade. (Hebreus 11.16)
    Sem poluição, pichação, lixo, pintura desbotando ou garagens caindo aos pedações, sem grama morta ou vidros quebrados, sem conversas desagradáveis na rua, sem confrontos diante dos seus olhos, sem conflitos ou violência no lar, sem perigos de noite, sem incêndios, mentiras, roubos ou assassinatos, sem vandalismo e sem feiúra.
    A cidade de Deus será perfeita porque Deus estará nela. Ele andará e falará nela, e se manifestará em cada parte. Tudo o que é bom, belo, santo, pacífico, verdadeiro e feliz estará lá, porque Deus estará lá.
    A justiça perfeita estará lá e recompensará mil vezes cada dor sofrida em obediência a Cristo. E ela nunca se corromperá. Em verdade, ela será cada vez mais brilhante, conforme a eternidade se estender em eras eternas de crescente alegria.
    Quando você deseja esta cidade acima de tudo na terra, então você honra a Deus, que, de acordo com Hebreus 11.10, é o seu arquiteto e edificador. E quando Deus é honrado, ele se agrada e não se envergonha de ser chamado de seu Deus.
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