Devaneios 'psico' Analíticos Titelbild

Devaneios 'psico' Analíticos

Devaneios 'psico' Analíticos

Von: Rafael Remer - Psicólogo CRP: 08/09332
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Über diesen Titel

Um psicólogo analítico junguiano, nada ortodoxo, tentando simplificar o universo que permeia a psicologia! Qual a ideia? Do grego PSIQUE = ALMA - LOGIA = ESTUDO, então quando escutarem "alma" já sabem do que estou falando! Eu não gosto de falar sozinho, ou melhor, não gosto de gravar sozinho, porque eu falo sozinho e ainda respondo (quem nunca?) meu esforço é apresentar diferentes visões da psicologia, do processo psicoterapêutico, trazendo não só psicólogos de várias abordagens, mas também, dos meus queridos pacientes, isso, eles também estarão conosco, vai ser muito legal! Bora refletir?Rafael Remer - Psicólogo CRP: 08/09332 Hygiene & gesundes Leben Seelische & Geistige Gesundheit
  • O mundo digital e novo mito da caverna
    Nov 27 2025

    O Mito da Caverna de Platão é uma alegoria sobre a condição humana, a busca pelo conhecimento e a diferença entre o mundo sensível (ilusório) e o mundo das ideias (real). Na história, prisioneiros vivem acorrentados em uma caverna, vendo apenas sombras projetadas na parede como se fossem a única realidade. Um deles é libertado, escapa da caverna e, após um difícil processo de adaptação à luz exterior, percebe a verdadeira realidade, mas ao retornar para libertar os outros, é visto como louco e rejeitado. Resumo do mito

      • A Caverna: Um local escuro onde homens acorrentados desde o nascimento vivem virados para uma parede no fundo.
      • As Correntes: Simbolizam a ignorância, os preconceitos e os sentidos que nos limitam a uma percepção falsa da realidade.
      • As Sombras: Representam o mundo das aparências e o senso comum, que os prisioneiros tomam como a única verdade.
      • O Fogo e os Objetos: Atrás dos prisioneiros, uma fogueira ilumina objetos que são carregados por homens, projetando sombras na parede à frente deles.
      • A Libertação: Um dos prisioneiros é liberto e sai da caverna.
      • O Mundo Exterior: O mundo real, que é iluminado pelo sol. O ex-prisioneiro inicialmente se sente desconfortável com a luz, mas aos poucos se acostuma e compreende a verdadeira realidade e a beleza do mundo.
      • O Retorno: Ele volta para a caverna para tentar libertar seus companheiros.
      • A Rejeição: Os outros prisioneiros não acreditam nele, o consideram louco e o atacam, mostrando a dificuldade da ascensão intelectual e a resistência das pessoas ao conhecimento verdadeiro.
      • Ilusão x Realidade: A alegoria contrasta o mundo que percebemos pelos sentidos (mundo sensível) com a verdadeira realidade acessível pela razão e pelo intelecto (mundo inteligível).
      • O Filósofo: O prisioneiro que se liberta representa o filósofo em sua jornada de busca pela sabedoria.
      • A Educação: O processo de sair da caverna simboliza a educação e o desenvolvimento do conhecimento como um processo árduo, mas libertador.
      • A Morte de Sócrates: A reação violenta dos prisioneiros contra o libertador é interpretada como uma metáfora para a morte de Sócrates, o mestre de Platão, que foi condenado à morte por questionar o senso comum e a realidade estabelecida de sua época.

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    1 Std. und 6 Min.
  • Metades
    Nov 27 2025
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  • Episódio 11 - Se você tem nome, a patologia também!
    Nov 8 2025

    O apoio é fundamental: Familiares e amigos podem oferecer apoio e compreensão. É importante entender que a doença não é culpa de ninguém.

    Incentivo ao tratamento: O paciente precisa de acompanhamento médico contínuo para gerenciar a doença e tomar a medicação corretamente.



    "O que cura é o contato afetivo de uma pessoa com a outra. O que cura é a alegria, o que cura é a falta de preconceito". - Nise da Silveira



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