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  • O novo regime de volatilidade: Geopolítica e IA segundo o JPMorgan
    Feb 20 2026

    🎧 Episódio: O novo regime de volatilidade geopolítica e IA segundo o JPMorgan

    No episódio de hoje, mergulhamos na análise do JPMorgan sobre como o mundo está entrando em um novo regime de volatilidade geopolítica, impulsionado por dinâmicas de poder, competição tecnológica e o papel crescente da inteligência artificial nas estratégias nacionais e corporativas.

    A conversa parte de dados e perspectivas de uma das maiores instituições financeiras globais para entender os movimentos tectônicos que alteram mercados, cadeias de suprimento e decisões de alocação de capital. Desde tensões entre grandes potências até o avanço acelerado da IA que redistribui poder produtivo e geoestratégico exploramos o que está em jogo para governos, investidores e empresas neste novo ciclo.

    Neste episódio você vai ouvir:
    • Como o JPMorgan define o “novo regime” de volatilidade e o que ele significa para o mundo pós-pandemia.
    • Por que a inteligência artificial é mais que tecnologia ela é fator de poder econômico e geopolítico.
    • Quais são os efeitos práticos dessa volatilidade em investimentos, políticas comerciais e setores estratégicos.

    Uma conversa essencial para quem quer decifrar os vetores que moldam o futuro econômico global, com foco em riscos, oportunidades e a interação entre economia, tecnologia e geopolítica.

    🔗 Leia a matéria completa na Carbonfy:
    https://carbonfy.com.br/noticia/2538/o-novo-regime-de-volatilidade-geopolitica-e-ia-segundo-o-jpmorgan.html

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  • A asfixia da prata na China: O preço físico da revolução solar
    Feb 19 2026

    Episódio: A asfixia da prata na China o preço físico da revolução solar

    A energia solar virou símbolo da transição energética. Mas, por trás dos painéis cada vez mais baratos, existe um gargalo silencioso e metálico: prata. Neste episódio, a Carbonfy destrincha como a disputa por prata física na China está virando um termômetro do custo real da revolução solar, pressionando fabricantes e reabrindo a conversa sobre dependência de insumos críticos.

    A pauta é direta: a indústria fotovoltaica vem elevando seu consumo de prata a níveis recordes, justamente quando o mercado enfrenta volatilidade, prêmios regionais e risco de aperto de oferta com impactos em toda a cadeia, do custo da pasta de prata nas células ao preço final dos módulos. E quando o insumo-chave fica caro (ou escasso), o “solar barato” passa a ter um preço escondido: margem comprimida, corrida por substitutos como cobre e um novo ciclo de inovação forçada no coração da manufatura chinesa.

    Neste episódio, você vai entender:

    • Por que a prata virou um ponto de estrangulamento para a produção solar.

    • Como a volatilidade e os prêmios no mercado físico podem se transformar em custo industrial.

    • O que muda quando o PV pode chegar a representar uma fatia enorme da demanda global de prata nesta década.

    🔗 Leia a matéria Carbonfy:
    https://carbonfy.com.br/noticia/2532/a-asfixia-da-prata-na-china-o-preco-fisico-da-revolucao-solar.html

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  • O despertar do GX-ETS: A corrida do Japão por créditos e o fim da cortesia climática
    Feb 18 2026

    No episódio de hoje: o despertar do mercado de carbono japonês e o fim da “cortesia climática”

    Neste episódio, exploramos uma das transformações mais estratégicas do mercado climático global: o GX-ETS, o novo sistema de comércio de emissões do Japão que está deixando para trás uma fase voluntária e entrando, em 2026, em sua etapa obrigatória para grandes emissores uma mudança que promete redefinir o papel do país em mercados de créditos de carbono e impactar empresas de energia, siderurgia, transporte e além.

    Vamos analisar como o Japão está passando de experimentos voluntários para um regime de compliance robusto que força corporações a comprar, usar e gerenciar créditos com real valor econômico, num movimento que pode acelerar a demanda global por créditos de carbono legítimos. Também conversamos sobre o que significa o “fim da cortesia climática”: a era em que políticas ambientais eram mais brandas está dando lugar a mercados de carbono exigentes, onde empresas precisam se adaptar ou enfrentar custos maiores.

    🔎 O que você vai ouvir neste episódio:
    • O que é o GX-ETS e por que ele importa para o mercado global de carbono.
    • Como a transição de voluntário para obrigatório está movimentando grandes emissores no Japão.
    • As implicações para o mercado de créditos e para estratégias corporativas de descarbonização.

    🔗 Leia a matéria completa na Carbonfy:
    https://carbonfy.com.br/noticia/2547/o-despertar-do-gx-ets-a-corrida-do-japao-por-creditos-e-o-fim-da-cortesia-climatica.html

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    15 Min.
  • Como as mudanças climáticas afetam a qualidade do vinho, do azeite e a cultura alimentar no mundo
    Feb 13 2026

    Como as mudanças climáticas estão mudando o sabor do nosso prato do vinho ao azeite

    O clima não molda apenas estações do ano ele está redesenhando tradições milenares à mesa. Novos padrões de temperatura, seca extrema e eventos climáticos inesperados estão alterando a qualidade de produtos emblemáticos da cultura alimentar global, como vinho, azeite e outras expressões gastronômicas que refletem terroir e identidade regional.

    Regiões vinícolas tradicionais enfrentam desafios crescentes para manter perfis aromáticos clássicos, adaptar castas e lidar com safra irregular. No Mediterrâneo, a produção de azeite símbolo cultural e econômico convive com estresse hídrico e ondas de calor que afetam composição e sabor. Em outras partes do mundo, comunidades que desenvolvem culturas agrícolas há gerações estão redescobrindo suas práticas, migrando cultivares ou reinventando métodos para se manterem competitivas e em sintonia com a nova realidade climática.

    Essa transformação não é apenas agrícola ela é cultural. Cada garrafa, cada prato, carrega agora uma narrativa de adaptação e reinvenção diante de um planeta em aquecimento, com implicações diretas para produtores, mercados e consumidores.

    🔗 Leia a matéria completa na Carbonfy:
    https://carbonfy.com.br/noticia/2556/como-as-mudancas-climaticas-afetam-a-qualidade-do-vinho-do-azeite-e-a-cultura-alimentar-no-mundo.html

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    16 Min.
  • A ultrapassagem da BYD sobre a Ford: O fim do século de Detroit
    Feb 12 2026

    A ultrapassagem da BYD sobre a Ford: o fim do século de Detroit?

    Pela primeira vez na história moderna da indústria automotiva, a chinesa BYD símbolo da revolução dos veículos eletrificados ultrapassou a tradicional Ford em vendas globais, sinalizando uma mudança de era no setor que por décadas foi dominado pelas grandes montadoras norte-americanas. A conquista não é apenas numérica: ela representa uma virada histórica no centro de gravidade do mercado automotivo, com a China ganhando protagonismo na oferta de modelos elétricos e híbridos que conquistam consumidores em todos os continentes.

    Enquanto a Ford luta para reequilibrar sua transição para veículos movidos a eletricidade em meio a desafios em mercados importantes como Europa e China, a BYD aproveita sua vantagem competitiva em tecnologia de baterias, diversificação de portfólio e expansão internacional para avançar no ranking global e pressionar as marcas tradicionais. Essa nova configuração pode marcar o fim do “século de Detroit”, quando as montadoras americanas dominavam o cenário global e abrir um novo capítulo em que fabricantes asiáticos ditam as regras da mobilidade elétrica.

    🔗 Leia a matéria completa na Carbonfy:
    https://carbonfy.com.br/noticia/2533/a-ultrapassagem-da-byd-sobre-a-ford-o-fim-do-seculo-de-detroit.html

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    9 Min.
  • O ultimato da Exxon: A fatura de 13% do metano e a nova barreira comercial da Europa
    Feb 11 2026

    Exxon, metano e o novo eixo da disputa comercial entre EUA e Europa

    A gigante petrolífera ExxonMobil entrou no centro de uma das disputas mais sensíveis da atualidade energética: a regulamentação de emissões de metano e o impacto disso nas cadeias de comércio global. Enquanto a União Europeia avança com regras pioneiras que exigem a medição, relato e controle rigoroso das emissões associadas ao gás importado, exportadores norte-americanos enfrentam uma encruzilhada que pode redefinir acordos de longo prazo e colocar à prova a competitividade da indústria de gás dos EUA.

    As novas exigências da UE vêm junto com esforços para reduzir gases de efeito estufa e alinhar o mercado energético europeu a metas climáticas mais ambiciosas algo que se reflete não apenas nos limites de emissão, mas também nas potenciais barreiras comerciais que poderão surgir caso fornecedores internacionais não comprovem níveis equivalentes de controle de metano.

    No centro desse ultimato regulatório, a Exxon uma das maiores petrolíferas do mundo é citada em uma narrativa que combina riscos financeiros, pressões geopolíticas e a urgência de adaptação das operações diante de um mercado global em rápida transição. A empresa, histórica protagonista do setor de energia, enfrenta assim um cenário em que políticas ambientais transnacionais podem influenciar diretamente sua capacidade de acesso a mercados cruciais como a Europa.

    🔗 Leia a reportagem completa:
    https://carbonfy.com.br/noticia/2527/o-ultimato-da-exxon-a-fatura-de-13-do-metano-e-a-nova-barreira-comercial-da-europa.html

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    19 Min.
  • A aliança de titãs: Goldman e Blackstone em um cheque de US$ 1 bilhão
    Feb 8 2026

    Nesse episódio: a gente destrincha a aliança de titãs entre Goldman Sachs e Blackstone em um cheque de US$ 1 bilhão e por que esse movimento diz muito sobre a nova fase do capital: mais concentração, mais poder de fogo e menos espaço para operações “soltas” fora de grandes plataformas.

    A matéria mostra que esse tipo de parceria não é só uma transação grande: é um sinal de como bancos e gigantes de alternativos estão se aproximando para dominar a originação, estruturar deals complexos e capturar retornos em um mercado onde o dinheiro ficou mais caro e a competição por ativos de qualidade ficou mais brutal.

    No episódio, a gente debate:

    • O que significa essa aliança na prática: quando um banco e uma gestora de alternativos entram juntos, o objetivo é juntar distribuição + capital paciente + estruturação.

    • Por que um cheque de US$ 1 bilhão importa: tamanho vira vantagem competitiva abre portas, melhora termos e cria barreiras para concorrentes menores.

    • A nova lógica do private markets: mais crédito privado, mais soluções híbridas e mais deals fora do mercado público.

    • O efeito para o mercado: esse tipo de movimento tende a reprecificar o custo do capital, puxar consolidação e redefinir quem tem acesso aos melhores ativos.

    • O recado implícito: a “infraestrutura do dinheiro” está mudando e os vencedores são os que controlam capital, distribuição e engenharia financeira no mesmo pacote.

    📌 Por que este episódio vale a pena: porque a parceria Goldman–Blackstone ajuda a entender o novo mundo do investimento: menos fragmentado, mais institucional e cada vez mais dominado por superplataformas.

    🔗 Link da matéria:
    https://carbonfy.com.br/noticia/2476/a-alianca-de-titas-goldman-e-blackstone-em-um-cheque-de-uss-1-bilhao.html

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    14 Min.
  • O resgate soberano da África do Sul e a ascensão do multilateralismo regional
    Feb 6 2026

    Nesse episódio: vamos entender o que está por trás do “resgate soberano” da África do Sul e por que esse movimento está acelerando a ascensão do multilateralismo regional como alternativa prática ao velho modelo de socorro financeiro liderado por potências e instituições globais.

    A matéria mostra que a crise deixa de ser apenas doméstica (fiscal, cambial e de crescimento) e passa a revelar uma mudança geopolítica: quando o centro não entrega previsibilidade, as regiões criam seus próprios mecanismos de apoio com mais pragmatismo, menos condicionantes e maior interesse estratégico.

    No episódio, a gente destrincha:

    • O que caracteriza um “resgate soberano”: quais instrumentos entram (linhas, garantias, crédito, coordenação) e por que isso muda a percepção de risco do país.

    • Por que o multilateralismo regional ganha força agora: blocos e bancos regionais surgem como resposta à fragmentação global e ao aumento do custo de financiamento.

    • O efeito sobre o mercado: como esse tipo de arranjo pode reduzir risco imediato, mas também redefinir governança, influência e dependências futuras.

    • O recado para emergentes: a ideia de “rede regional de segurança” vira uma nova camada de proteção e uma nova disputa por liderança.

    • O que isso significa para 2026 em diante: mais acordos regionais, mais capital estratégico e uma arquitetura financeira global cada vez menos centralizada.

    📌 Por que este episódio importa: porque não é só sobre a África do Sul é sobre a mudança de rota do sistema: o resgate vira ferramenta geopolítica e o regionalismo volta a ser poder.

    🔗 Link da matéria:
    https://carbonfy.com.br/noticia/2464/o-resgate-soberano-da-africa-do-sul-e-a-ascensao-do-multilateralismo-regional.html

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    16 Min.