Aborto Vicário Titelbild

Aborto Vicário

Aborto Vicário

Von: Jorge Guerra Pires
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Über diesen Titel

ABORTO VICÁRIO (banda fictícia)

Aborto Vicário é uma banda fictícia de rap/hip hop conceitual formada por Albert Einstein, Christopher Hitchens, Carl Sagan, Michel Foucault e Bertrand Russell — não como personagens biográficos, mas como vozes intelectuais em conflito e convergência.

A banda se dedica à crítica radical das religiões organizadas, com foco especial na denúncia de:

  • dogmas não verificáveis,
  • moralidade fundada na culpa,
  • autoridade religiosa como instrumento de poder,
  • e da doutrina da expiação vicária, entendida como terceirização da responsabilidade moral.

O nome Aborto Vicário funciona como neologismo crítico: a interrupção deliberada da lógica segundo a qual um inocente pode sofrer ou morrer em lugar de outros. A banda rejeita a ideia de redenção por substituição, perdão por procuração e sacrifício como fundamento ético.

Musicalmente, o grupo mistura rap e hip hop consciente, com bases minimalistas, atmosferas densas e o uso estratégico de guitarra elétrica pesada nos momentos de maior tensão — especialmente nos refrões — como elemento de pressão emocional e ruptura simbólica, não como ornamento.

Eixos filosóficos dos integrantes

  • Einstein representa a recusa do Deus pessoal e a defesa de uma visão cósmica sem intenção moral.
  • Hitchens encarna o ataque direto à religião como tirania intelectual e moral.
  • Sagan sustenta o humanismo científico, a humildade epistemológica e o secularismo ético.
  • Foucault expõe a religião como tecnologia de poder, controle dos corpos e produção de subjetividades.
  • Russell fornece a crítica lógica e ética à fé institucionalizada e à autoridade dogmática.

Aborto Vicário não propõe niilismo, nem substitui Deus por outro absoluto.
Defende o ateísmo crítico, o pensamento secular, a responsabilidade individual e a ética sem transcendência coercitiva.

Aqui não há revelação.
Há método.
Aqui não há redenção.
Há lucidez.

© 2026 Aborto Vicário
Musik Spiritualität
  • Hipátia – A Última Chama | voz masculina | power metal
    Feb 21 2026

    [Intro]

    No véu da noite, a cidade em chamas
    O eco da razão se apaga nas almas

    [Verse]
    Nas ruas de Alexandria ela caminhou
    Entre estrelas e números a verdade buscou
    Mas o medo e a fé, com ódio e com cruz
    Apagaram sua luz, negaram sua luz

    [Chorus]
    Hipátia é a última chama a queimar
    Luz contra as trevas, jamais vou calar
    Que sua morte seja um grito no ar
    Menos fé, mais razão, nunca parará

    [Verse 2]
    Eles rasgaram os livros, tentaram sumir
    Com a voz que ousou o dogma ferir
    Mas a chama da mente não pode morrer

    Transformando grandes ideias em torno do ateísmo em forma de música. Estamos em um número grande de plataformas de podcast, procure na sua favorita. No Spotify, por motivos que não sei, não aparece, mas aparece em outras plataformas.

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    2 Min.
  • Hipátia – A Última Chama (filme Ágora)
    Feb 20 2026

    #ciência #ateísmo #cristianismo

    Uma homenagem à Hipátia

    ==
    Hipátia – A Última Chama
    [Intro]
    (Instrumental épico, batidas fortes e coros etéreos)
    No véu da noite, a cidade em chamas,
    O eco da razão se apaga nas almas.

    [Verse]
    Nas ruas de Alexandria, ela caminhou,
    Entre estrelas e números, a verdade buscou.
    Mas o medo e a fé, com ódio e com cruz,
    Apagaram sua luz, negaram sua luz.

    [Chorus]
    Hipátia, a última chama a queimar,
    Luz contra as trevas, jamais vão calar.
    Que sua morte seja um grito no ar,
    Menos fé, mais razão, nunca parar!

    [Verse]
    Eles rasgaram os livros, tentaram sumir,
    Com a voz que ousou o dogma ferir.
    Mas a chama da mente não pode morrer,
    Nos olhos dos livres, ela vai renascer.

    [Chorus]
    Hipátia, a última chama a queimar,
    Luz contra as trevas, jamais vão calar.
    Que sua morte seja um grito no ar,
    Menos fé, mais razão, nunca parar!

    [Bridge]
    (O som desacelera, quase como um lamento)
    Séculos passam, mas nunca se vão,
    As ideias resistem à escuridão.
    Enquanto houver quem busque a verdade,
    Hipátia vive na eternidade!

    [Chorus]
    (Agora mais forte, com coros e instrumentação grandiosa)
    Hipátia, a última chama a queimar,
    Luz contra as trevas, jamais vão calar.
    Que sua morte seja um grito no ar,
    Menos fé, mais razão, nunca parar!

    [Outro]
    (Instrumental se dissolve em um som crescente, evocando um novo amanhecer)
    O tempo avança, a ciência renasce,
    E sua voz, Hipátia, jamais se apaga.


    Ateísmo em forma de música. Álbum completo (https://www.youtube.com/playlist?list=PLRcZHR14nQLhg55o9Byc1_KQaeZKb5LJy) .

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    3 Min.
  • O Espelho da Essência Humana (Baseado em Feuerbach)
    Feb 20 2026

    Abre-se o véu, matéria densa, provocação
    Religião é sonho, enigma em contemplação
    Não especulação — análise clara, empírica
    No rosto do divino, a essência é humana e lírica

    Pois o ser divino, objeto da adoração
    É só o ser do homem, sem limitação
    Onisciência, poder, amor a se elevar
    São nossas forças que aprendemos a alienar

    Razão concebe o universal, a perfeição abstrata
    Deus é o conceito frio, realidade condensada
    Infinito e necessário, mas vazio e distante
    Um ser puramente lógico, não guia o navegante

    Mas a Teologia é Antropologia!
    Cada oração é minha própria energia
    Para enriquecer a Deus, o homem se desfaz
    O segredo da religião: sou eu mesmo, e nada mais

    O entendimento é grande, mas não satisfaz
    O abismo entre nós e o frio me rouba a paz
    É o coração que entra, sentimento vivo e puro
    A fé que consola é o abrigo do futuro

    A figura da Paixão, o sofredor no altar
    Miséria humana elevada, aprendemos a amar
    Deus que sofre é só a dor que em mim se revela
    Sensibilidade divina — é a minha novela

    O Entendimento condena pela lei que não cede
    Mas o Amor perdoa, acolhe, compreende
    O Amor é o meio, a reconciliação
    Entre perfeito e imperfeito, nasce a encarnação

    Ele faz do homem Deus, e de Deus, humano
    Sem amor não há divino, só vazio insano

    Mas a Teologia é Antropologia!
    Cada oração é minha própria energia
    Para enriquecer a Deus, o homem se desfaz
    O segredo da religião: sou eu mesmo, e nada mais

    A crença é poder da imaginação
    Sacramento só vale pela projeção
    O mecanismo revelado, não dá mais pra negar
    É hora de reabsorver a essência, se libertar

    Razão, amor, vontade — riquezas que me pertencem
    Sou a fonte, o autor, a origem de tudo o que cresce
    Antropologia é Teologia revelada
    O sagrado é o ser humano, em sua força ilimitada

    Transformando grandes ideias em torno do ateísmo em forma de música. Estamos em um número grande de plataformas de podcast, procure na sua favorita. No Spotify, por motivos que não sei, não aparece, mas aparece em outras plataformas.

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    4 Min.
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