Bootlegs em VHS de "O Barco e o Sonho"; Phoenix — uma banda rouca e feliz; trabalhar com Fausto; os singles perdidos da era "Não é o Paulo de Carvalho"; ode a Mário Mariante; e dúvidas sobre o meu grau de parentesco com o Sr. Vítor Caetano.
Cerca de 20 (muito prazerosas) horas de conversa com o nosso Zeca Medeiros, das quais apenas uma ficou devidamente gravada, mas que — felizmente — inclui imitações do sotaque terceirense (e do Rui Veloso) e um registo audiográfico da mitológica interação entre Maria Bifa e Natália Correia no Botequim Açoriano.
Seriam necessárias mais 20 horas para cobrir todos os aspetos em falta da carreira do Zeca e, no futuro, outras tantas para dar conta da obra que todos nós esperamos ainda ver brotar.