EUA ameaçam Irão, China alerta para o aventureirismo militar
Artikel konnten nicht hinzugefügt werden
Der Titel konnte nicht zum Warenkorb hinzugefügt werden.
Der Titel konnte nicht zum Merkzettel hinzugefügt werden.
„Von Wunschzettel entfernen“ fehlgeschlagen.
„Podcast folgen“ fehlgeschlagen
„Podcast nicht mehr folgen“ fehlgeschlagen
-
Gesprochen von:
-
Von:
Über diesen Titel
Os EUA enviaram para o Golfo Pérsico uma frota maior do que aquela que tinham enviado para a Venezuela, aquando do rapto de Nicolás Maduro. E o presidente dos EUA voltou a ameaçar o Irão e disse esperar que a república islâmica se sente à mesa para negociar um acordo sobre o seu programa nuclear.
Os EUA querem que o Irão termine de vez com este programa nuclear (permitindo a entrada de peritos da ONU e dando a gestão do seu urânio enriquecido a um país terceiro), querem acabar com a capacidade iraniana de disparar mísseis de longo alcance e remover o seu líder supremo, Ali Khamenei.
No início do mês, Trump mostrou-se disposto a intervir e disse que a “ajuda” estava “a caminho”, em resposta à repressão brutal das autoridades sobre os iranianos que participaram em manifestações em massa contra a liderança do país.
Os EUA vão mesmo atacar o Irão? E se isso acontecer, que efeitos terá esse ataque na região e como reagirá a China? Pequim alertou contra o “aventureirismo militar” dos EUA. “O uso da força não resolve os problemas” disse o embaixador chinês na ONU.
Tiago André Lopes, professor de Estudos Asiáticos e Diplomacia na Universidade Lusíada do Porto, é o convidado do P24 quando se fala do Irão.
See omnystudio.com/listener for privacy information.
